Composição fenólica e atividade antioxidante de resíduos agroindustriais.

dc.contributorPRISCILLA SIQUEIRA MELO, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
dc.contributorKEITYANE BOONE BERGAMASCHI, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
dc.contributorANA PAULA TIVERON, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
dc.contributorADNA PRADO MASSARIOLI, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
dc.contributorTATIANE LUIZA CALDORIN OLDONI, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
dc.contributorMAURO CELSO ZANUS, CNPUV
dc.contributorGIULIANO ELIAS PEREIRA, CNPUV / CPATSA
dc.contributorSEVERINO MATIAS DE ALENCAR, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.
dc.creatorMELO, P. S.
dc.creatorBERGAMASCHI, K. B.
dc.creatorTIVERON, A. P.
dc.creatorMASSARIOLI, A. P.
dc.creatorOLDONI, T. L. C.
dc.creatorZANUS, M. C.
dc.creatorPEREIRA, G. E.
dc.creatorALENCAR, S. M. de
dc.date2011-10-18T11:11:11Z
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dc.date2011-10-18
dc.date2011
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dc.date.accessioned2026-07-07T05:38:15Z
dc.descriptionAtualmente, são produzidas milhões de toneladas de resíduos provenientes do processamento agroindustrial. Muitos deles são ricos em compostos bioativos sendo potenciais fontes naturais dessas substâncias. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar o teor de compostos fenólicos totais, a atividade antioxidante e a composição fenólica de três resíduos gerados por agroindústrias brasileiras: bagaço de uva Isabel (BI) (Vitis labrusca), bagaço de uva Verdejo (BV) (Vitis vinifera) e bagaço de goiaba (BG) (Psidium guajava). Os resultados do teor de compostos fenólicos totais (mg GAE g-1) encontrados nos extratos etanólicos e aquosos dos resíduos foram, respectivamente: BV (20,94±0,46; 8,03±0,43)> BI (16,57±0,19; 4,41±0,01)> BG (3,41±0,09; 1,88±0,06). Alta atividade antioxidante, principalmente em BV e BI, foi verificada nos ensaios realizados (ABTS , DPPH e autooxidação do sistema beta-caroteno/ácido linoléico). Uma forte correlação positiva entre atividade antioxidante e o teor de compostos fenólicos totais foi encontrada. Os compostos fenólicos encontrados, por cromatografia gasosa com espectrometria de massas (CG-EM), foram: ácido gálico, epicatequina, quercetina (BV, BI e BG); ácido isovanílico (BI, BG); ácido p-cumárico (BI); ácido caféico e resveratrol (BV, BI). Esses resultados mostram que os resíduos agroindustriais analisados, particularmente os vinícolas, são ricos em substâncias bioativas e podem ser explorados pela indústria de alimentos e farmacêutica.
dc.identifierCiência Rural, v. 41, n. 6, p. 1088-1093, jun. 2011.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/903379
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/496911
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectResíduo agroindustrial
dc.subjectBagaço de uva
dc.subjectBagaço de goiaba
dc.subjectEngenharia de alimentos
dc.subjectAntioxidante
dc.subjectComposto Fenólico
dc.subjectOxidação
dc.subjectUva
dc.subjectGrapes
dc.titleComposição fenólica e atividade antioxidante de resíduos agroindustriais.
dc.typeArtigo de periódico

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