Periodicidade do crescimento de espécies arbóreas da Floresta Estacional Semidecidual no Sul do Brasil.

dc.contributorMarcela Blagitz, Doutoranda da UNESP; PAULO CESAR BOTOSSO, CNPF; Edmilson Bianchini, UEL; Moacyr Eurípedes Medri, UEL.
dc.creatorBLAGITZ, M.
dc.creatorBOTOSSO, P. C.
dc.creatorBIANCHINI, E.
dc.creatorMEDRI, M. E.
dc.date2016-06-16T11:11:11Z
dc.date2016-06-16T11:11:11Z
dc.date2016-06-16
dc.date2016
dc.date2017-07-10T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T03:27:19Z
dc.descriptionEmbora a sazonalidade climática seja menos evidente nas regiões tropicais que nas temperadas, muitas espécies tropicais apresentam crescimento rítmico. A avaliação do crescimento em circunferência do tronco (CCT) permitirá obter informações sobre o desenvolvimento dos indivíduos de espécies arbóreas desta região. Esse estudo teve como objetivo avaliar o CCT de 11 espécies arbóreas de uma floresta estacional semidecidual no sul do Brasil, visando testar duas hipóteses: (i) existe sazonalidade no CCT das árvores e este crescimento está relacionado às variações climáticas da região de estudo; (ii) as características dos indivíduos (posição sociológica, altura da árvore, grau de ocupação por lianas, deciduidade e diâmetro à altura do peito) influenciam no incremento acumulado em circunferência. Para detectar a periodicidade do CCT foram implantadas faixas dendrométricas permanentes no tronco (altura do DAP) de 156 indivíduos. O acompanhamento do crescimento foi realizado mensalmente por um período de 18 meses. Foram feitas correlações do CCT mensal com a precipitação, temperatura e fotoperíodo para verificar a influencia dos fatores ambientais e análise de covariância para averiguar se as características dos indivíduos também interferiram no incremento acumulado em circunferência do tronco. As espécies apresentaram um padrão sazonal de CCT, com as maiores taxas de crescimento de outubro a dezembro, sendo que os parâmetros ambientais avaliados atuaram em conjunto - principalmente o fotoperíodo e a temperatura - promovendo essa sazonalidade e confirmando a primeira hipótese. Considerando as características dos indivíduos, somente o diâmetro do tronco correlacionou-se negativamente com o incremento acumulado em circunferência (b = -0,32; p = 0,02), aceitando parcialmente a segunda hipótese.
dc.identifierScientia Forestalis, Piracicaba, v. 44, n. 109, p. 163-173, mar. 2016.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1047226
dc.identifierdx.doi.org/10.18671/scifor.v44n109.16
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/434268
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectFloresta Estacional Semidecidual
dc.subjectMata Atlântica
dc.subjectGrupo sucessional
dc.subjectDeciduidade
dc.subjectSazonalidade
dc.subjectAtlantic Rain Forest
dc.subjectDeciduousness
dc.subjectSeasonality
dc.subjectSuccessional groups
dc.subjectFloresta tropical
dc.subjectDendrometria
dc.subjectÁrvore
dc.subjectCrescimento
dc.subjectTropical forests
dc.subjectTree growth
dc.titlePeriodicidade do crescimento de espécies arbóreas da Floresta Estacional Semidecidual no Sul do Brasil.
dc.typeArtigo de periódico

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