Solarização do solo para o controle de plantas daninhas na cultura de tomate (Lycopersicum esculentum).
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Tendo como um dos objetivos estudar a eficácia biológica desse método para controle de plantas daninhas na cultura do tomate (Lycopersicum esculentum). Utilizou-se o delineamento experimental em blocos casualizados, com 4 tratamentos e 6 repetições. Os tratamentos foram os seguintes: 1-) solarização do solo durante 30 dias antes do transplante das mudas de tomate; 2-) solarização do solo durante 50 dias; 3-) brometo de metila; 4-) testemunha. As plantas daninhas predominantes nas parcelas-testemunha foram Digitaria horizontalis (gramínea) e Amaranthus deflexus (dicotiledonea). A avaliação de controle foi feita aos 36 dias apos o transplante das mudas. Verificou-se que os dois tratamentos com solarização e o tratamento com brometo de metila não diferiram entre si, diferindo da testemunha significativamente quanto ao acumulo de matéria seca da comunidade infestante. Portanto, a solarização do solo por 30 e 50 dias, foi eficaz para o controle das plantas daninhas. Fez-se também, o estudo fitossociológico para os diferentes tratamentos, mostrando que a importância relativa das espécies dicotiledôneas foi maior na testemunha e no tratamento com brometo de metila; enquanto que nos tratamentos com solarização as importâncias relativas das dicotiledôneas e das gramíneas foram praticamente iguais.
Palabras clave
Solarização, Planta daninha, Controle, Digitaria horinzontalis, Amaranthus Deflexus, Energia Solar, Desinfestação, Dicotiledónea, Gramínea, Tomate, Solo
