Simulação da capacidade do algodoeiro em compensar perdas provocadas por insetos.
| dc.contributor | ISMAEL RIBEIRO ROCHA SILVA, ESTAGIÁRIO DO NÚCLEO DO CERRADO - CNPA; JOSE EDNILSON MIRANDA, CNPA; BRUNA MENDES DINIZ TRIPODE, CNPA; JOAO LUIS DA SILVA FILHO, CNPA; ANDRE LUIZ BARBIERI, CNPA. | |
| dc.creator | SILVA, I. R. R. | |
| dc.creator | MIRANDA, J. E. | |
| dc.creator | TRIPODE, B. M. D. | |
| dc.creator | SILVA FILHO, J. L. da | |
| dc.creator | BARBIERI, A. L. | |
| dc.date | 2017-03-07T11:11:11Z | |
| dc.date | 2017-03-07T11:11:11Z | |
| dc.date | 2017-03-07 | |
| dc.date | 2016 | |
| dc.date | 2017-03-09T11:11:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-06-30T23:15:45Z | |
| dc.description | Por ser a cultura do algodão anual e possuir um ciclo relativamente longo, com frutificação a partir dos 45 dias após a emergência, a abscisão e reposição de estruturas florais é frequente, porém variável com a fase fenológica. Este trabalho teve por objetivo mensurar a capacidade de quatro cultivares de algodoeiro em compensar perdas promovidas por insetos carpofágicos através da produção de novas estruturas florais. Quatro cultivares de algodoeiro (FM913GLT, FM980GLT, FM966LL e FM975WS) foram semeadas em área irrigada por pivô central, cujo solo é caracterizado como latossolo distrófico. Os tratamentos foram dispostos em esquema fatorial, sendo a cultivar o fator principal e a intensidade da injúria provocada manualmente pela remoção de estruturas florais, o fator secundário. Os danos simulados consistiram de cinco níveis de remoção de botões florais, flores e maçãs, aos 75 dias após a emergência (DAE) das plantas. O número de estruturas florais presentes nas plantas foi registrado aos 140 DAE e no momento da colheita de capulhos, ao final do ciclo do algodoeiro. Os dados obtidos foram analisados estatisticamente por meio da análise de variância (Teste F) e teste de agrupamento de médias (Scott-Knott, p<0,05). O nível de injúria aceitável variou entre as cultivares, demonstrando resposta diferenciada entre elas quanto à capacidade de tolerância da injúria ocasionada. FM980GLT e FM975WS apresentaram capacidade de compensação e supercompensação; o mesmo não acontecendo com FM913GLT e FM966LL. As fases de tolerância e linearidade foram observadas nas cultivares, exceto FM966LL. O processo natural de abscisão (shedding) reduziu consideravelmente o efeito da remoção de estruturas florais. As plantas de algodoeiro compensaram a perda de estruturas até um determinado limite de injúria, o qual varia com a cultivar. A compensação ocorreu pela reposição de novas estruturas; a compensação pelo aumento do peso de capulhos não aconteceu. | |
| dc.format | p. 57 | |
| dc.identifier | In: SEMINÁRIO JOVENS TALENTOS, 10., 2016, Santo Antônio de Goiás. Coletânea dos resumos apresentados. Santo Antônio de Goiás: Embrapa Arroz e Feijão, 2016. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1066453 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/377667 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Algodão | |
| dc.subject | Inseto | |
| dc.subject | Cotton | |
| dc.title | Simulação da capacidade do algodoeiro em compensar perdas provocadas por insetos. | |
| dc.type | Resumo em anais e proceedings |
