Mapeamento multiambiente de regiões genômicas relacionadas a tolerância à deterioração fisiológica pós-colheita em mandioca.
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A mandioca (Manihot esculenta Crantz) é uma cultura de relevância global para a segurança alimentar, especialmente no Brasil, onde desempenha um forte papel social e econômico. No entanto, um desafio significativo para o cultivo da mandioca é a ocorrência da deterioração fisiológica pós-colheita (DFPC), que afeta a qualidade das raízes. A DFPC causa o escurecimento das raízes, comprometendo sua valorização tanto para consumo direto quanto para processamento industrial, o que obriga as indústrias a processarem as razies logo após a colheita (~48 horas após a colheita), para preservar a qualidade do amido. A introdução de variedades de mandioca mais tolerantes à DFPC é fundamental para reduzir perdas, otimizar a cadeia produtiva, promovendo a sustentabilidade e a eficiência no setor.
Palabras clave
Mandioca, Pós-Colheita, Genoma, Deterioração, Manihot Esculenta, Marcador Genético, Gene Marcador, Polimorfismo, Polimorfismo Genético, Seleção Fenótipa, Banco de Germoplasma, Germoplasma, Melhoramento Genético Vegetal, Melhoramento Vegetal, Cassava, Postharvest diseases, Postharvest injuries, Postharvest physiology, Genome, Nuclear genome, Deterioration, Genetic markers, Marker-assisted selection, Polymorphism, Genetic polymorphism, Phenotypic variation, Phenotypic correlation, Germplasm conservation, Breeding and Genetic Improvement, Genetic improvement
