Propagação in vitro de híbridos de bananeira com potencial ornamental.

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As fruteiras ornamentais podem se constituir em uma excelente opção para o setor da floricultura (Souza et al., 2005). As bananeiras ornamentais (Musa spp.) pertencem à família botânica Musaceae, não apresentam frutos comestíveis, ganhando destaque no paisagismo pelo colorido das flores, da folhagem, assim como pela exoticidade dos pequenos frutos que compõem a penca (Santos-Serejo et al., 2007). As bananeiras são normalmente propagadas vegetativamente por meio de mudas desenvolvidas a partir de gemas do seu caule subterrâneo, o rizoma (Borges et al., 1997). Entretanto a micropropagação proporciona uma rápida multiplicação de plantas em maior quantidade, em espaço e tempo reduzidos e em qualquer época do ano, permitindo também a obtenção de plantas livres de bactérias, fungos e vírus, que podem afetar o desenvolvimento das plantas (Kusey et al., 1980; Grattapaglia & Machado, 1998). A validação agronômica visando cultivo comercial de híbridos gerados em um programa de melhoramento genético demanda um elevado número de plantas visando, principalmente, que a avaliação possa ser realizada em diferentes regiões do país. Em vista disso, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a resposta morfogenética in vitro de dois híbridos de bananeira ornamental (RM33 e RM09) oriundos do cruzamento Musa acuminata ssp. zebrina designado ?Monyet; X híbrido de M. ornata x M. velutina designado ?Royal? a um protocolo já estabelecido para variedades comerciais, visando a produção de um elevado número de mudas.
PDF. 020.

Palabras clave

Cultura de tecidos, Banana, Musaceae

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