Resposta da soja à adubação e disponibilidade de potássio em latossolo roxo álico.

dc.creatorBORKERT, C. M.
dc.creatorFARIAS, J. R. B.
dc.creatorSFREDO, G. J.
dc.creatorTUTIDA, F.
dc.creatorSPOLADORI, C. L.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2002-09-06
dc.date1997
dc.date2011-05-04T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T11:47:46Z
dc.descriptionA sucessão soja-trigo tem sido empregada nos Latossolos Roxos álicos do Paraná desde a década de 70. Em todos esses anos, quando houve restrição de crédito agrícola, a maioria dos agricultores dispensou o uso de adubo ou, quando utilizou, aplicou menos potássio que o retirado pelas sementes. Essa prática conduz ao empobrecimento do solo e, como conseqüência, à queda na produtividade. Com o objetivo de estudar a resposta da soja à adubação com potássio e o efeito residual desta adubação, foi realizado um experimento de longa duração em um Latossolo Roxo álico (LRa), no município de Campo Mourão. Nos primeiros cinco anos agrícolas, 1983/84 a 1987/88, foram aplicados anualmente as doses de zero, 40, 80, 120, 160 e 200 kg/ha de K2O, no sulco de semeadura e a lanço. Nos cinco anos agrícolas seguintes, a soja foi cultivada no efeito residual da adubação potássica, e estudado o efeito sobre o teor de K na planta e na produção. Concluiu-se que o Latossolo Roxo álico não pode ser cultivado por mais de um ano com soja e trigo sem reposição do potássio extraído na semente, pois põe em risco a produtividade da lavoura.
dc.identifierPesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasília, v. 32, n. 11, p. 1119-1129, nov.1997.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/463223
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/512948
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectAdubação potássica
dc.subjectEfeito Residual
dc.subjectGlycine Max
dc.titleResposta da soja à adubação e disponibilidade de potássio em latossolo roxo álico.
dc.typeArtigo de periódico

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