Comportamento de híbridos de milho selecionados e não selecionados para ASI sob estresse de água no florescimento e no enchimento de grãos.

dc.contributorCNPMS
dc.contributorCAMILO DE LELIS TEIXEIRA DE ANDRADE, CNPMS
dc.contributorANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA, CNPMS
dc.contributorCLESO ANTONIO PATTO PACHECO, CNPMS
dc.contributorPAULO EVARISTO DE O GUIMARAES, CNPMS
dc.contributorSIDNEY NETTO PARENTONI, CNPMS.
dc.creatorSANTOS, M. X. dos
dc.creatorANDRADE, C. de L. T. de
dc.creatorOLIVEIRA, A. C. de
dc.creatorLEITE, C. E. P.
dc.creatorCARVALHO, H. W. L.
dc.creatorGAMA, E. E. G. e
dc.creatorPACHECO, C. A. P.
dc.creatorGUIMARAES, P. E. O.
dc.creatorPARENTONI, S. N.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2003-09-19
dc.date2003
dc.date2018-06-06T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:00:35Z
dc.descriptionA seca é um dos principais estresses abióticos que reduzem a produção do milho. Essa redução depende do estádio de desenvolvimento da cultura e da duração do período do estresse de água na planta. A sincronia de florescimento masculino e feminino (ASI) tem sido relatada como de fácil medição e correlacionada negativamente com a tolerância a seca. O objetivo deste trabalho foi verificar o comportamento de híbridos originários de linhagens selecionadas e não selecionadas para ASI, sob condições de estresse de água, no período de florescimento/enchimento de grãos. As lâminas de irrigação aplicadas foram medidas em baterias de 16 coletores em cada experimento. No ensaio com estresse, as irrigações foram interrompidas aos 55 dias após o plantio (dap) e reiniciadas aos 90 dap. Para avaliar o nível do estresse hídrico aplicado, monitorou-se a umidade do solo nas camadas de 0 a 20, 20 a 40 e 40 a 60 cm do perfil do solo, empregando-se o método gravimétrico. Foram utilizados dez híbridos não selecionados para ASI (NSASI), cinco híbridos com 100% ASI, cinco híbridos com 50% ASI e duas testemunhas comerciais. Em ambos os ensaios, o delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, com três repetições e a parcela foi formada por duas fileiras de 5 m de comprimento. Foram encontradas diferenças significativas (P<0,01) para todas as características avaliadas em cada ambiente e para peso de grãos, número de espigas e altura de plantas na análise conjunta. Os híbridos com 100% ASI mostraram, em média, ASI zero e manifestaram protoginia e os demais apresentaram protandria. Os híbridos NSASI apresentaram redução média de 62% na produtividade e os híbridos com 100% ASI e 50% ASI mostraram reduções médias de 44,8% e 54%, respectivamente. As produtividades médias mais altas dos híbridos com ASI, na condição de estresse de água, parecem estar mais associadas com o número de espigas do que com a características ASI.
dc.identifierRevista Brasileira de Milho e Sorgo, Sete Lagoas, v. 2, n. 2, p. 71-81, maio/ago. 2003.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/487140
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/477114
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectTolerancia
dc.subjectEstresses abioticos
dc.subjectMilho
dc.subjectSeca
dc.titleComportamento de híbridos de milho selecionados e não selecionados para ASI sob estresse de água no florescimento e no enchimento de grãos.
dc.typeArtigo de periódico

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