Nutrição mineral da seringueira. IX. Alumínio no substrato afetando o desenvolvimento, a sintomatologia de toxicidade e a concentração.
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Comparação dos efeitos de doses crescentes de alumínio sobre o desenvolvimento de plantas de seringueira e a distinção do grau de tolerância do grau de toxicidade desse elemento sobre a seringueira, utilizando, separadamente, solução nutritiva de Bolle-Jones (1957) e soluções de doses de alumínio. As plantas permaneceram 24h na solução nutritiva (sem alumínio) e 24h nas soluções de alumínio, correspondentes aos tratamentos citados. As plantas foram coletadas e separadas em raiz, caule, folhas dos verticilos inferiores e folhas do último verticilo. Foram determinados os acúmulos de alumínio e as concentrações em função das doses de alumínio em cada parte da planta. De acordo com os resultados, concluiu-se que o desenvolvimento das plantas é afetado a partir de 15ppm de alumínio na solução; que os sinais de excesso de alumínio aparecem primeiro no sistema radicular; que, na parte aérea, é difícil a identificação do efeito tóxico de alumínio dado a semelhança com sintomas visuais de deficiência de fósforo; que a seringueira é planta acumuladora e tolerante a presença de concentrações de alumínio no substrato inferior a 15ppm.
Palabras clave
Nutrição mineral, Toxicidade, Tolerância, Brasil, Rubber tree, Mineral nutrition, Aluminum tolerance, Alumínio, Hevea Brasiliensis, Seringueira, toxicity
