Parasitismo de Dichelops melacanthus (Hemiptera: Pentatomidae) por Telenomus podisi (Hymenoptera: Platygastridae) criados em ovos de Euschistus heros (Hemiptera: Pentatomidae).

dc.contributorMAYZA DE SOUSA SILVA
dc.contributorAUGUSTO SOUZA BATISTA, CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ANÁPOLIS
dc.contributorJULIANA DUARTE DE SOUZA ALONSO
dc.contributorEDSON HIROSE, CNPSO
dc.contributorJOSE ALEXANDRE FREITAS BARRIGOSSI, CNPAF.
dc.creatorSILVA, M. de S.
dc.creatorBATISTA, A. S.
dc.creatorALONSO, J. D. de S.
dc.creatorHIROSE, E.
dc.creatorBARRIGOSSI, J. A. F.
dc.date2015-11-30T11:11:11Z
dc.date2015-11-30T11:11:11Z
dc.date2015-11-30
dc.date2015
dc.date2018-11-13T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T11:53:43Z
dc.descriptionO parasitoide de ovos de percevejos Telenomus podisi é generalista, mas o percevejo marrom da soja Euschistus heros é considerado seu principal hospedeiro. Alguns estudos de levantamentos de inimigos naturais associaram T. podisi ao percevejo barriga verde Dichelops melacanthus. Há necessidade de estudos visando o melhoramento de técnicas para a produção desse parasitoide e utilização em larga escala nas lavouras. Com isso, o objetivo desse estudo foi verificar o parasitismo de D. melacanthus a partir de uma colônia de T. podisi estabelecida no seu principal hospedeiro E. heros, com a finalidade de futuras liberações em campo. Os experimentos foram desenvolvidos em laboratório, em maio de 2015. A colônia de T. podisi foi estabelecida em ovos de E. heros coletados em campos de soja. As posturas de D. melacanthus foram coletadas em soja e milho e ofertadas para os parasitoides. Foram avaliados dois tratamentos e duas repetições no tempo. Cada tratamento foi constituído por arenas (placas de Petri) (n=10) com ovos do hospedeiro localizados na parte central da arena (n=10/arena) e ofertados para cada fêmea de T. podisi. Cada fêmea do parasitoide tinha <24 horas de idade, alimentadas com mel, copuladas e sem experiência reprodutiva. Foram introduzidas na arena e mantidas por 24h para efetuar o parasitismo e depois retiradas. Os tratamentos avaliados foram: 1) ovos de D. melacanthus com T. podisi; 2) ovos de E. heros com T. podisi. O registro total da proporção de parasitismo foi feito com registro fotográfico das posturas e calculado pelo número de ovos enegrecidos. As posturas foram acompanhadas diariamente até a emergência dos parasitoides. Em arenas com D. melacanthus, o parasitismo foi baixo (13%) quando comparado ao parasitismo de E. heros (39%) (P<0,05). O tempo de desenvolvimento do parasitoide foi mais rápido em E. heros do que em ovos de D. melacanthus, com uma diferença de até 5 dias (P<0,05). Com isso, conclui-se que a criação de T. podisi em ovos de E. heros para o controle de D. melacanthus não é adequada, pois o parasitoide apresenta uma redução na atividade reprodutiva e um aumento no ciclo de desenvolvimento.
dc.descriptionResumo de e-poster: TCBA 231. Siconbiol.
dc.identifierIn: SIMPÓSIO DE CONTROLE BIOLÓGICO, 14., 2015, Teresópolis. [Resumos...]. Londrina: Sociedade Entomológica do Brasil, 2015.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1030022
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/516627
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectControle Biológico
dc.subjectPraga de Planta
dc.subjectBiological control
dc.subjectPlant pests
dc.titleParasitismo de Dichelops melacanthus (Hemiptera: Pentatomidae) por Telenomus podisi (Hymenoptera: Platygastridae) criados em ovos de Euschistus heros (Hemiptera: Pentatomidae).
dc.typeResumo em anais e proceedings

Archivos