Avaliação do banco ativo de mandioca da Embrapa Amazônia Oriental quanto às viroses.
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O estado do Pará é o principal produtor de mandioca (Manihot esculenta) no Brasil, seguido pela Bahia, Maranhã e Paraná. Entretanto, os vírus Cassava vein mosaic virus (CsVMV), Cassava common mosaic virus (CsCMV) e vírus couro de sapo podem causar perdas na produção da mandioca no Brasil. Os sintomas causados por estes vírus são mosaico, nanismo, diminuição do teor de amido, e do tamanho e espessura da raíz, e aumento de fibras. O objetivo deste trabalho foi verificar a presença de viroses no Banco Ativo de Germoplamas (BAG) de Mandioca da Embrapa Amazônia Oriental. Para isso, foi feita a diagnose visual de três plantas de cada acesso do BAG. As plantas que apresentaram sintomas característicos de viroses tiveram folhas coletadas e transportadas para o laboratório para análise da presença do ácaro sob lupa. Além disso, dez acessos do programa de melhoramento foram analisados via teste sorológico PTA- Elisa indireto, utilizando o antissoro PVX, por apresentar relação sorológica contra o CsVMV. Em seguida, as amostras que apresentaram maior absorbância no teste de Elisa, foram analisadas via RT-PCR utilizando os pares de primers (Potex1; Potex 2) e (CsVMV1; CsVMV2). Não foi detectada a presença vírus via teste molecular. O banco Ativo de Germoplasma de mandioca da Embrapa Amazônia Oriental aparentemente não apresenta viroses.
Palabras clave
BAG, Banco Ativo de Germoplasma, Mandioca, Manihot Esculenta, Cavemovirus, Potexvirus
