Comportamento geotécnico de misturas granulometricas de solo-grits

dc.creatorCarlos Cardoso Machado
dc.creatorCarla Ribeiro Machado e Portugal
dc.date2012
dc.date.accessioned2026-07-07T03:17:16Z
dc.descriptionNeste artigo, analisou-se a influência das diversas frações granulométricas do resíduo grits nos parâmetros ótimos de compactação, resistência mecânica e expansão, quando em misturas com dois solos típicos da Zona da Mata Norte de Minas Gerais, Brasil, com fins de aplicação em estradas florestais. Os teores de resíduo empregados nas misturas foram de 4, 8, 12, 16, 20, 24 e 28%, em relação à massa seca de solos, trabalhando-se com as energias de compactação dos ensaios Proctor intermediário e modificado. As frações de resíduo estudadas foram as equivalentes a argila e silte (Ø < 0,074 mm), areia (0,074 mm < Ø < 2,0 mm) e pedregulho (2,0 mm< Ø < 76 mm), considerando-se a escala granulométrica adotada pelo DNIT (1996). Fez-se uso do ensaio de CBR para avaliação da capacidade de suporte e expansão dos solos e misturas. Os resultados indicaram que a fração fina do grits é a que mais contribui para ganhos de resistência mecânica, o que evidencia a sua importância na reatividade das misturas, sendo a fração pedregulho a menos influente no ganho de capacidade de suporte dos solos.
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier0100-6762
dc.identifierhttps://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48822958014
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/429198
dc.languagept
dc.publisherUniversidade Federal de Viçosa
dc.relationhttp://www.redalyc.org/revista.oa?id=488
dc.rightsRevista Árvore
dc.sourceRevista Árvore (Brasil) Num.3 Vol.36
dc.subjectAgrociencias
dc.titleComportamento geotécnico de misturas granulometricas de solo-grits
dc.typeartículo científico

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