Estaquia de árvores adultas de Paulownia fortunei var. mikado a partir de brotações epicórmicas de decepa.
| dc.contributor | Carlos André Stuepp, UFPR; IVAR WENDLING, CNPF; Henrique Soares Koehler, UFPR; Katia Christina Zuffellato-Ribas, UFPR. | |
| dc.creator | STUEPP, C. A. | |
| dc.creator | WENDLING, I. | |
| dc.creator | KOEHLER, H. S. | |
| dc.creator | ZUFFELLATO-RIBAS, K. C. | |
| dc.date | 2015-10-14T11:11:11Z | |
| dc.date | 2015-10-14T11:11:11Z | |
| dc.date | 2015-10-14 | |
| dc.date | 2015 | |
| dc.date | 2016-02-11T11:11:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-07T03:26:26Z | |
| dc.description | Paulownia fortunei é natural da China e destaca-se pelo crescimento acelerado e baixa densidade da madeira, associada a uma resistência natural ao ataque de agentes xilófagos. Contudo, o baixo poder germinativo das sementes dessa espécie tem incentivado sua reprodução pela propagação vegetativa. Dessa forma, este trabalho teve por objetivo avaliar o enraizamento e vigor radicial de estacas provenientes de brotações epicórmicas de árvores adultas decepadas, coletadas em diferentes estações do ano e submetidas a diferentes concentrações de ácido indolbutírico (AIB), bem como verificar a existência de possíveis barreiras anatômicas e histoquímicas à emissão de raízes adventícias. No outono/2011, primavera/2011 e verão/2012 foram confeccionadas estacas semilenhosas com 10-12 cm de comprimento e duas folhas reduzidas a uma superfície aproximada de 78,5 cm² (10 cm de diâmetro), cujas bases foram imersas por 10 segundos nos tratamentos com 0, 500, 1000, 1500 e 2000 mg L-1 de AIB. O plantio foi realizado em tubetes de 110 cm³, preenchidos com vermiculita fina e casca de arroz carbonizada (1:1 em v/v) e acondicionados em casa de vegetação climatizada. Após 60 dias foram avaliadas a porcentagem de estacas enraizadas, número e comprimento de raízes/estaca, porcentagem de estacas com calos e mortalidade. Estacas coletadas de plantas matrizes decepadas no verão apresentaram os melhores resultados para enraizamento (47,5%), comprimento médio das três maiores raízes/estacas (5,65 cm) e porcentagem de estacas com calos (51,25%). Faz-se necessário o uso de AIB para o enraizamento de estacas provenientes de brotações epicórmicas de árvores decepadas de quiri (Paulownia fortunei var. mikado), sendo recomendada a concentração de 2000 mg L-1. Não foram observadas barreiras anatômicas e histoquímicas à emissão de novas raízes. | |
| dc.identifier | Ciência Florestal, Santa Maria, v. 25, n. 3, p. 667-677, jul./set. 2015. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1026352 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/433949 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Espécie exótica | |
| dc.subject | Revigoramento | |
| dc.subject | Estaca semilenhosa | |
| dc.subject | Auxina | |
| dc.subject | Anatomia | |
| dc.subject | Paulownia Fortunei | |
| dc.subject | Propagação Vegetativa | |
| dc.title | Estaquia de árvores adultas de Paulownia fortunei var. mikado a partir de brotações epicórmicas de decepa. | |
| dc.type | Artigo de periódico |
