ESTUDO DA RELAÇÃO DE CONFIANÇA EM PROGRAMA DE FOMENTO FLORESTAL DE INDÚSTRIA DE CELULOSE NA VISÃO DOS PRODUTORES RURAIS
| dc.creator | Fabiano Luiz da Silva | |
| dc.creator | James Jackson Griffith | |
| dc.creator | Laércio Antônio Gonçalves Jacovine | |
| dc.creator | José Horta Valadares | |
| dc.creator | Marília Aparecida Silva Fernandes | |
| dc.creator | Elaine Cristina Gomes da Silva | |
| dc.date | 2009 | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-07T03:16:14Z | |
| dc.description | Este estudo analisou os fatores que contribuem para a relação de confiança no Programa de Fomento Florestal de indústria de celulose e produtores rurais fomentados em Minas Gerais. Foram aplicados 141 questionários a produtores rurais fomentados, em 32 municípios de sete microrregiões mineiras. A amostragem foi aleatória estratificada, sendo os critérios: a) Produtor Fomentado com Contrato Finalizado (PFCF) composto por produtores que possuíam pelo menos um contrato encerrado com a indústria de celulose; e b) Produtor Fomentado com Contrato em Andamento (PFCA) composto por produtores que não haviam finalizado nenhum contrato de fomento com a indústria de celulose. Os produtores fomentados realizam contrato de fomento florestal para apenas a primeira rotação. Assim, legalmente possuem a obrigatoriedade de entrega de 97% da madeira do primeiro ciclo da floresta. Entretanto, referente ao segundo ciclo não contratado da floresta, 18% dos produtores fomentados disseram ter interesse na comercialização dessa madeira com a empresa, indiferente de variações em preços de produtos concorrentes, como o carvão vegetal. Acredita-se que, não havendo oscilações significativas nesses mercados concorrentes, 50% dos fomentados devem comercializar o segundo corte com a empresa fomentadora. Atualmente, em 98,4% dos contratos realizados com produtores rurais fomentados há cumprimento de ambas as partes nos acordos firmados. A confiança e confiabilidade no relacionamento entre indústria de celulose e fomentados foram confirmadas, mas existem alguns fatores que contribuem para a possível desconfiança no fomento florestal, como: o sistema de medida da madeira, o custo de transporte e a ausência de política de preços que favorecem o entendimento dos produtores fomentados. | |
| dc.format | application/pdf | |
| dc.identifier | 0100-6762 | |
| dc.identifier | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48815852015 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/428702 | |
| dc.language | pt | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Viçosa | |
| dc.relation | http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 | |
| dc.rights | Revista Árvore | |
| dc.source | Revista Árvore (Brasil) Num.4 Vol.33 | |
| dc.subject | Agrociencias | |
| dc.title | ESTUDO DA RELAÇÃO DE CONFIANÇA EM PROGRAMA DE FOMENTO FLORESTAL DE INDÚSTRIA DE CELULOSE NA VISÃO DOS PRODUTORES RURAIS | |
| dc.type | artículo científico |
