PRODUÇÃO EM LARGA ESCALA DE FIBRAS POR ELETROFIAÇÃO E OUTROS MÉTODOS ALTERNATIVOS.
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O termo nanotecnologia está cada vez mais presente no dicionário da ciência e inovação. Nos últimos anos, diversas áreas do conhecimento têm explorado cada vez mais o uso de nanomateriais, i.e., que possuem dimensões de 1 até 100nm (maiores detalhes no Capítulo 1), os quais podem ser considerados a próxima geração de materiais com propriedades especificas melhoradas. As nanofibras estão entre esses materiais em escala nanométrica com várias propriedades interessantes. Dentre as propriedades especificas, a alta área superficial ativa, elevada flexibilidade e capacidade de incorporação de partículas atribuem às nanofibras um potencial elevado para diversas aplicações, incluindo: filtração, (bio)sensores, liberação controlada de drogas, curativos para feridas, engenharia de tecidos, entre outras. Tal versatilidade e vasta gama de plicações evidenciam a necessidade de escalabilidade da produção de micro/nanofibras. Dentre as diversas técnicas de produção de fibras, a eletrofiação (do inglês, electrospinning) é reconhecida como a mais difundida e eficiente, capaz de produzir fibras poliméricas, cerâmicas, compósitas, etc. (maiores detalhes no Capítulo 2). Além disso, essa técnica é capaz de gerar de forma contínua fibras ultrafinas para diferentes aplicações, conforme apresentado nos capítulos anteriores.
Palabras clave
Nanomateriais, Ciência e inovação, Fibras ultrafinas
