MARCHA DE ABSORÇÃO DE ENXOFRE POR PLANTAS DE CANOLA

dc.creatorMarcos Vinícius Ribas MILLÉO
dc.creatorLuiz DONI FILHO
dc.date2001
dc.date.accessioned2026-07-07T03:48:23Z
dc.descriptionEste estudo foi conduzido a campo, na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), em Ponta Grossa, PR, durante os anos de 1994 e 1995. Determinou-se a marcha de absorção de enxofre por plantas de canola em função do estádio de desenvolvimento, em cultivo com e sem irrigação. A demanda por enxofre ocorreu desde os estádios precoces até o desenvolvimento pleno, tendo sido este nutriente requerido quase até o final do ciclo. Pode se verificar que no início da elongação ocorreu a maior necessidade de enxofre e quando as dez primeiras síliquas estavam com desenvolvimento completo, observou-se o maior acúmulo desse elemento na planta. O período compreendido entre a fase de enrosetamento e o início da floração é o mais indicado para a aplicação de enxofre.
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier1519-1125
dc.identifierhttps://www.redalyc.org/articulo.oa?id=99517443003
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/443435
dc.languagees
dc.publisherUniversidade Federal do Paraná
dc.relationhttp://www.redalyc.org/revista.oa?id=995
dc.rightsScientia Agraria
dc.sourceScientia Agraria (Brasil) Num.1-2 Vol.2
dc.subjectAgrociencias
dc.titleMARCHA DE ABSORÇÃO DE ENXOFRE POR PLANTAS DE CANOLA
dc.typeartículo científico

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