Tempo de armazenamento e métodos de quebra de dormência em sementes do maracujá-de-restinga.

dc.contributorTelma Miranda dos Santos, Universidade Federal de Viçosa (UFV); PATRICIA SILVA FLORES, CPAF-AC; Sílvia Paula de Oliveira, Universidade Federal de Viçosa (UFV); Danielle Fabíola Pereira da Silva, Embrapa Acre; Cláudio Horst Bruckner, Universidade Federal de Viçosa (UFV).
dc.creatorSANTOS, T. M. dos
dc.creatorFLORES, P. S.
dc.creatorOLIVEIRA, S. P. de
dc.creatorSILVA, D. F. P. da
dc.creatorBRUCKNER, C. H.
dc.date2013-02-28T11:11:11Z
dc.date2013-02-28T11:11:11Z
dc.date2013-02-28
dc.date2012
dc.date2019-01-10T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T22:50:22Z
dc.descriptionO objetivo deste trabalho foi estudar os efeitos do período de armazenamento e tratamento em banho-maria à 50 ºC ou escarificação com lixa na quebra da dormência de sementes de Passiflora mucronata. Os períodos de armazenamento foram: zero, um, quatro e doze meses. As sementes foram semeadas em rolo de papel Germitest e incubadas em câmara de germinação com temperatura alternada entre 20ºC por 8 horas e 30 ºC por 16 horas, com fotoperíodo de 16 h (32 mol m-2 s-1). A percentagem de germinação foi avaliada, sendo as sementes colocadas em rolos de papel Germitest umedecidos em água destilada na proporção de duas vezes e meia do peso do papel. As sementes foram transferidas para câmara de germinação com alternância de temperatura de 20-30 ºC, e fotoperíodo de 16 h até o final do experimento, aos 31 dias. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com quatro repetições, considerando como unidade xperimental cada lote de 50 sementes. O período de armazenamento teve um efeito significativo na variável estudada, sendo a maior porcentagem de germinação obtida nas sementes recém-colhidas. Ao primeiro mês de avaliação foi observado o decréscimo da germinação. Após quatro e doze meses de armazenamento, não foi observada germinação. Os tratamentos com banho-maria ou escarificação com lixa favoreceram a germinação das sementes de P. mucronata, armazenadas por um e quatro meses, porém mesmo com o estímulo dos tratamentos, os valores de germinação final foram baixos. Nas sementes armazenadas por 12 meses os tratamentos utilizados não foram eficientes para estimular a germinação.
dc.identifierRevista Brasileira de Agropecuária Sustentável, Viçosa, v. 2, n. 1, p. 26-31, jul. 2012.
dc.identifier2236-9724 (online) / 2317-5818 (impresso) / 2178-5317 (cd rom)
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/951753
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/369247
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMaracujá de restinga
dc.subjectPassiflora mucronata
dc.subjectBanho-maria
dc.subjectWater bath
dc.subjectBaño maria
dc.subjectPropagación vegetativa
dc.subjectAlmacenamiento de semillas
dc.subjectSalida de la latencia
dc.subjectQuebra de dormência
dc.subjectGerminación de las semillas
dc.subjectEscarificación de semillas
dc.subjectPropagação vegetativa
dc.subjectSemente
dc.subjectGerminação
dc.subjectArmazenamento
dc.subjectEscarificação de sementes
dc.subjectVegetative propagation
dc.subjectSeed germination
dc.subjectSeed storage
dc.subjectDormancy breaking
dc.subjectSeed scarification
dc.titleTempo de armazenamento e métodos de quebra de dormência em sementes do maracujá-de-restinga.
dc.typeArtigo de periódico

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