Avaliação de diferentes híbridos suínos submetidos à insensibilização elétrica e gasosa (CO2). Parte 1 - Mensuração de indicadores sanguíneos de estresse
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Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
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Suínos provenientes de três linhagens genéticas A, B e C comercializadas no Brasil, com peso vivo de 100 a 120 kg foram submetidos ao insensibilizador elétrico manual (Karl Schermer 220-230/250 volts, 45-60 Hz e 1,4 –1,5 A) e ao sistema gasoso coletivo (COMBI-BUTINA 90% CO2).Alíquotas sanguíneas, para determinação dos níveis de creatina fosfoquinase (CPK), lactato e cortisol, assim como amostras do músculo semimembranosus (10 g) para a determinação do gene halotano, foram coletadas. Comparando-se os sistemas de insensibilização elétrico e gasoso (CO2), o elétrico demonstrou ser mais estressante, proporcionando maiores concentrações plasmáticas de cortisol (p ≤ 0,001) e lactato (p ≤ 0,001) para as linhagens genéticas A e C, nas condições estudadas, porém não se observou diferenças significativas para os indicadores sanguíneos e sistemas de insensibilização em questão quando a linhagem B foi considerada.Diferenças significativas entre as linhagens genéticas A, B e C foram obtidas comparando-se os valores plasmáticos de creatina fosfoquinase (p ≤ 0,001), lactato (p ≤ 0,001) e cortisol (p ≤ 0,001) quando atordoados com o sistema gasoso, entretanto, quando o sistema elétrico foi utilizado, somente os valores de cortisol apresentaram diferenças significativas (p ≤ 0,001).A presença do gene halotano (Nn) foi observada somente na linhagem B. PAlAvrAs-chAve: insensibilização, bem-estar animal, suínos, estresse
Palabras clave
Agrociencias
