Comparação entre ELISA e RT-PCR na detecção de vírus em parreirais no Nordeste do Brasil.
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A videira (Vitis spp.) nem sempre apresenta sintomas característicos de viroses e, no Nordeste do Brasil, com temperatura sempre elevada e pequeno período de repouso, para permitir mais de uma colheita ao ano, são ainda menos proeminentes. Com o objetivo de detectar vírus nessas condições de cultivo, foram analisados materiais da Zona da Mata de Pernambuco e Paraíba, da cultivar Isabel deV. labrusca, e o do Vale do São Francisco, em Pernambuco e Bahia, de várias cultivares de V. vinifera. Foram coletados fragmentos de ramos de plantas em repouso e separados em duas partes: uma encaminhada para UFRPE e a outra para a Embrapa Uva e Vinho, onde foram testadas por ELISA (com kits da Agritest-Itália) e RT-PCR em Tempo Real, respectivamente, para Grapevine virus A (GVA), Grapevine virus B (GVB), Grapevine fanleaf virus (GFLV), Grapevine leafroll-associated virus 2 (GLRaV-2), Grapevine leafroll-associated virus 3 (GLRaV-3) e Grapevine fleck virus (GFkV). Das 101 amostras analisadas foram positivas por ELISA e Taq man RT-PCR em tempo real, respectivamente: GVA, 62 e 81; GVB, 0 e 3; GFLV, 0 e 0; GLRaV-2, 0 e 7; GLRaV-3, 23 e 50 e GFkV, 23 e 46. Estes resultados evidenciam a importância das viroses em videiras nestas regiões e indicam a necessidade da implementação de ações visando ao controle / manejo destas doenças.Para detecção viral em amostras obtidas nas condição estudadas, comparativamente, a RT-PCR em tempo real se mostrou muito mais promissora, uma vez que ELISA gerou falsos negativ
Resumo apresentado de número 604-1.
Resumo apresentado de número 604-1.
Palabras clave
RT-PCR, Comparação, Detecção, Região Nordeste, Viticultura, Uva, Doença de planta, Vírus, Elisa, Grapes
