Hidratação descontínua como estratégia adaptativa de sementes da exótica invasora Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit (Fabaceae).

dc.contributorRAPHAELA AGUIAR DE CASTRO, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.
dc.creatorCASTRO, R. A. de
dc.date2025-01-27T23:16:21Z
dc.date2025-01-27T23:16:21Z
dc.date2025-01-27
dc.date2017
dc.date.accessioned2026-07-07T06:00:03Z
dc.descriptionA passagem de sementes por ciclos de hidratação e desidratação permite a manutenção da viabilidade de espécies em ambientes áridos e semiáridos, com vantagens na germinabilidade e aumento de tolerância a estresses abióticos. Se espécies exóticas invasoras possuírem essa estratégia adaptativa seria mais uma vantagem sobre as nativas no processo de invasão. Dentre as invasoras, na Caatinga, destaca-se a Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit. O objetivo deste estudo foi determinar se L. leucocephala possui memória hídrica nas sementes e avaliar se a hidratação descontínua confere maior tolerância aos estresses abióticos. Para tal, foi determinada a curva de embebição da espécie, onde foram determinados três pontos correspondentes aos tempos X, Y, e Z. Com esses tempos, as sementes foram submetidas aos ciclos de hidratação e desidratação com posterior análise de germinação sem estresse, apara avaliar a influência dos ciclos na memória hídrica, e sob estresses hídrico, salino (-0,1; -0,3; -0,6 e -0,9 MPa) e térmico (10 à 40 oC). Os resultados foram submetidos à análise de variância fatorial com três fatores (tempos de hidratação, ciclos 24 de HD e potenciais osmóticos) e as médias comparadas a posteriori pelo teste de Tukey. Também foi realizada uma modelagem para determinar limites de potencias osmóticos e de temperatura para ocorrência de L. leucecephala. As sementes da exótica invasora não possuem memória hídrica, com baixa tolerância ao estresse hídrico. De acordo com a modelagem, sem passar pelos ciclos, a tolerância máxima de estresse hídrico é de -1,65 MPa. L. leucocephala é resistente à salinidade do solo e os ciclos aumentam a tolerância, nos maiores estresses, chegando a valores inferiores à -2,0 MPa, de acordo com a modelagem. L. leucocephala possui ampla tolerância a mudanças de temperatura, sem diferença de 15 à 35o C e influência positiva da passagem pelos ciclos na maior temperatura testada. A plasticidade de L. leucocephala, que não é prejudica com a hidratação descontínua e melhora desempenho após os ciclos de HD, sob estresse mais elevados de salinidade e de temperatura, ressalta a necessidade de controlar e erradicar a formação de seus bancos de sementes na Caatinga.
dc.descriptionDissertação (Mestrado em Ecologia e Conservação) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão. Orientada por Marcos Vinicius Meiado; Coorientada por Bárbara França Dantas, Embrapa Semiárido.
dc.formatil.
dc.format55. f.
dc.identifier2017.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1172016
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/504197
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMemória hídrica
dc.subjectEstresse abiótico
dc.subjectLeucena
dc.subjectLeucaena Leucocephala
dc.subjectCaatinga
dc.subjectFisiologia Vegetal
dc.subjectSemente
dc.subjectGerminação
dc.subjectPlant physiology
dc.titleHidratação descontínua como estratégia adaptativa de sementes da exótica invasora Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit (Fabaceae).
dc.typeTeses

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