Uso de ferramentas moleculares para a identificação de acessos do banco ativo de germoplasma de mandioca in vitro contaminados com fitoplasmas associados ao couro de sapo (Cassava Frogskin Disease).
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O Brasil é o quinto maior produtor mundial de mandioca (Manihot esculenta Crantz) sendo responsável por 5,7% dessa produção. Diante da importância econômica e alimentar da cultura, a Embrapa Mandioca e Fruticultura mantém um Banco de Germoplasma (BGM) in vitro, que exige plantas idôneas e livres de doenças. Uma das doenças que mais afeta a cultura é causada por bactérias do gênero Phytoplasma, que é associada com o Complexo do Couro de Sapo (Cassava Frogskin Disease-CFSD), que inviabilizam ou diminuem o valor comercial da cultura. Para manter a qualidade do BGM in vitro, é preciso avaliar a sanidade dos acessos já existentes e dos novos acessos introduzidos, a fim de identificar aqueles contaminados e evitar a disseminação da doença. Uma das formas de identificação é a utilização de ferramentas moleculares como PCR, que podem dar uma real dimensão do grau de contaminação do banco. No entanto, a identificação esbarra na dificuldade encontrada na realização dos testes, na distribuição da doença no hospedeiro, na sensibilidade, repetibilidade, reprodutibilidade e também da precisão dos iniciadores utilizados. Diferentes iniciadores têm sido identificados, testados e otimizados, além da introdução da técnica de PCR em tempo real utilizando sondas de hidrólise. O uso dessas tecnicas permitem aumentar a possibilidade de facilitar a diagnose, reduzir a disseminação da doença e a contaminação dos bancos de germoplasma. [...].
Palabras clave
Mandioca, Doença de Planta, Banco de Germoplasma, Genética Molecular, Cultura In Vitro, Manihot Esculenta, Phytoplasma, Cassava, Plant diseases and disorders, Molecular genetics, In vitro culture
