Florestas estacionais no Pantanal, considerações florísticas e subsídios para conservação.

dc.contributorGERALDO ALVES DAMASCENO JUNIOR, UFMS; ARNILDO POTT, UFMS; VALI JOANA POTT, UFMS; JOAO DOS SANTOS VILA DA SILVA, CNPTIA.
dc.creatorDAMASCENO JUNIOR, G. A.
dc.creatorPOTT, A.
dc.creatorPOTT, V. J.
dc.creatorSILVA, J. dos S. V. da
dc.date2011-04-09T17:41:53Z
dc.date2011-04-09T17:41:53Z
dc.date2010-01-22
dc.date2009
dc.date2020-01-28T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T04:12:15Z
dc.descriptionFoi feita uma atualização do conhecimento sobre Florestas Estacionais no Pantanal, em grande parte baseado em dados dos Projetos PROBIO-Pantanal e GeoMS. É apresentado um mapa com as principais manchas de florestas e contatos florísticos, baseado em imagens de satélite e uma tabela comparativa, com 60 espécies. No Pantanal ocorrem poucas áreas grandes de Florestas Estacionais: Matas do Cedro, do Fuzil, do Bebe (RPPN do SESC) e do Soldado, e outras menores espalhadas tais como os capões do Abobral e SE da Nhecolândia, cordilheiras no Sul de Poconé, Aquidauana, Miranda, Nabileque e Porto Murtinho, total estimado de 6.256,4 km2. A maioria das áreas encontra-se no norte do Pantanal nas Bacias dos rios Cuiabá, São Lourenço e Paraguai; no sul apenas o baixo Taquari apresenta uma grande área (matas do Fuzil e do Cedro). Essas áreas provavelmente se formaram devido a um efeito de represamento das águas dos rios com conseqüente junção de grandes diques aluviais. De modo geral essas grandes áreas de floresta estacional estão associadas a solos do tipo Vertissolo e Plintossolo. A composição florística varia entre matas, p. ex., as principais espécies são: Attalea phalerata nas matas do Bebe e de ?salina? (lagoa alcalina), Phyllostylon rhamnoides na do Cedro, Caesalpinia pluviosa na de Miranda, Myracrodruon urundeuva no Abobral e Pisonia zapallo na do Soldado, enquanto em Porto Murtinho há transição para o Chaco. A conservação das florestas estacionais deve ser uma preocupação das autoridades ambientais relacionadas ao Pantanal, uma vez que são poucas áreas dentro do Pantanal e certamente têm importância estratégica.
dc.descriptionGeoPantanal 2009. Publicado também em: Geografia, Rio Claro, v. 34, p. 697-707, dez. 2009.
dc.formatp. 784-795.
dc.identifierIn: SIMPÓSIO DE GEOTECNOLOGIAS NO PANTANAL, 2., 2009, Corumbá, MS. Anais... Campinas: Embrapa Informática Agropecuária; São José dos Campos: INPE, 2009.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/630902
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/454058
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectFitogeografia
dc.subjectMata seca
dc.subjectFlorestas estacionais tropicais
dc.subjectGeoMS
dc.subjectNeotropical forest
dc.subjectFlora
dc.subjectVegetação
dc.subjectPhytogeography
dc.subjectVegetation
dc.titleFlorestas estacionais no Pantanal, considerações florísticas e subsídios para conservação.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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