Potencial de isolados de Bacillus spp. em exercer o biocontrole da podridão do tronco (Lasiodiplodia pseudotheobromae) em macadâmia.

dc.contributorMARCOS GIOVANE PEDROZA DE ABREU, UNESP
dc.contributorLUANA LAURINDO DE MELO, UNESP
dc.contributorLEONARDO MASSAHARU MORIYA, QUEENNUT MACADAMIA
dc.contributorBERNARDO DE ALMEIDA HALFELD VIEIRA, CNPMA.
dc.creatorABREU, M. G. P. de
dc.creatorMELO, L. L. de
dc.creatorMORIYA, L. M.
dc.creatorHALFELD-VIEIRA, B. de A.
dc.date2026-02-27T17:56:13Z
dc.date2026-02-27T17:56:13Z
dc.date2026-02-27
dc.date2025
dc.date.accessioned2026-07-07T05:11:05Z
dc.descriptionA podridão do tronco da macadâmia, causada por Lasiodiplodia pseudotheobromae, provoca danos tanto na fase de viveiro quanto no campo, impactando a implantação e a produtividade das árvores. Além disso, a ausência de produtos específicos dificulta o manejo da doença. O objetivo deste estudo foi avaliar a capacidade de controle da podridão do tronco em mudas de macadâmia, exercida por isolados pré-selecionados de Bacillus spp. Quatro isolados (F42, R10, R34 e R35) foram obtidos de racemos de macadâmia e identificados molecularmente (16S rDNA). Foram utilizadas mudas de 24 meses das variedades IAC 4-12B e HAES 333 enxertadas sobre a variedade Aloha (HAES 10-14). O caule da planta, nas regiões do porta-enxerto e do enxerto, foi ferido com uma punção de 5 mm e pulverizado com uma suspensão bacteriana de um dos antagonistas (A540= 0,3). Vinte e quatro horas depois, as plantas foram inoculadas com discos de micélio (5 mm) de L. pseudotheobromae. As regiões inoculadas foram cobertas com mechas de algodão umedecidas em água estéril e fixadas com parafilm™. Plantas pulverizadas com água e inoculadas apenas com L. pseudotheobromae ou discos de BDA foram usadas como controles. A avaliação foi realizada 10 semanas após a inoculação, sendo calculada a área da lesão (mm²). O experimento foi conduzido em DIC, fatorial duplo, com quatro repetições e os dados submetidos a ANOVA e teste de Tukey (p<0,05). As plantas com o enxerto da variedade IAC 4-12B apresentou lesões maiores no porta-enxerto e no enxerto. Os isolados F42 e R34 reduziram significativamente a área da lesão no porta-enxerto em comparação com o controle positivo. Os isolados R10 e R34 reduziram significativamente a área da lesão no enxerto da variedade HAES 333. As plantas com o enxerto da variedade IAC 4-12B foram as que apresentaram maior severidade da doença. Os isolados F42, R10 e R34 de Bacillus spp. foram capazes de reduzir a área da lesão, especialmente na variedade com o enxerto HAES 333.
dc.formatp. 394.
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 54., 2025, Lavras. Anais do evento. Brasília, DF: Sociedade Brasileira de Fitopatologia, 2025.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184757
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/483265
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectBiocontrole
dc.subjectBotryosphaeriaceae
dc.subjectdieback
dc.titlePotencial de isolados de Bacillus spp. em exercer o biocontrole da podridão do tronco (Lasiodiplodia pseudotheobromae) em macadâmia.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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