Desempenho agronômico e econômico de genótipos de milho em safrinha tardia na região sudoeste da Amazônia.
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Com grande importância no Brasil, a cultura do milho ainda apresenta produtividade baixa, devido dentre outros fatores, à falta de cultivares adaptadas às regiões de cultivo emergentes. Desta forma, objetivou-se avaliar o desempenho agronômico e econômico de 16 genótipos de milho no período final de segunda safra no município de Porto Velho, Rondônia. O experimento foi realizado empregando-se o delineamento em blocos casualizados com quatro repetições. Foram avaliados a produtividade de grãos, alguns atributos agronômicos e o balanço econômico do uso dos genótipos. Observou-se produtividade média dos genótipos testados, inferior à média nacional. Os genótipos influenciaram todas as variáveis agronômicas avaliadas. Os genótipos 1F640 e IAC 8390 apresentaram as maiores médias de produtividade com 5.424 kg.ha-1 e 4.723 kg.ha-1, respectivamente. O híbrido de pipoca IAC 125 proporcionou a menor produtividade (1.785 kg.ha-1), contudo, destacou-se com a maior receita líquida obtida. No geral, os menores custos de produção foram obtidos pelo uso de variedades, enquanto as maiores receitas líquidas e relação benefício custo foram verificadas para os híbridos. Conclui-se que a adequada escolha do material genético utilizado na semeadura ao final da segunda safra é preponderante para a obtenção de apropriados níveis de produtividade de grãos e receita líquida.
Palabras clave
Interação genótipo-ambiente, Segunda safra, Zea Mays
