Razão ótima de hedge para soja em Goiás e Mato Grosso.

dc.contributorJOÃO ANTONIO VILELA MEDEIROS, mestrando UFG; CLEYZER ADRIAN DA CUNHA, UFG; ALCIDO ELENOR WANDER, CNPAF.
dc.creatorMEDEIROS, J. A. V.
dc.creatorCUNHA, C. A. da
dc.creatorWANDER, A. E.
dc.date2013-05-17T11:11:11Z
dc.date2013-05-17T11:11:11Z
dc.date2013-05-17
dc.date2013
dc.date2013-10-18T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T23:59:58Z
dc.descriptionO objetivo geral deste trabalho foi estimar a razão ótima de hedge como forma de gestão de investimentos em contratos de soja em grão no município de Sorriso, MT, e na região de Rio Verde, GO. As regiões foram escolhidas pela importância de suas respectivas produções no contexto nacional de comercialização de grãos, tendo Mato Grosso como o principal produtor nacional e o município de Rio Verde como maior produtor em Goiás. Os resultados mostram que Rio Verde e Sorriso devem fazer hedge de 53,88% e 69,44% da produção no mercado spot para terem 42,47% e 52,85% de efetividade, respectivamente. A simulação de bootstrapping mostrou também a disparidade nos resultados da razão ótima de hedge, em que, das 1.000 repetições, cerca de 700 repetições se concentraram acima de 54% para Rio Verde. Já para Sorriso, as simulações mostraram que 950 das 1.000 repetições concentraram-se acima de 69% para a razão ótima de hedge. Por conseguinte, o produtor de soja de Sorriso está mais exposto ao risco; portanto, este deve fazer hedge de maior percentual da sua produção tanto no mercado físico como no futuro.
dc.identifierRevista de Política Agrícola, Brasília, DF, v. 22, n. 1, p. 128-136, jan./fev./mar. 2013.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/958215
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/395082
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectSoja
dc.subjectComercialização
dc.subjectMercado
dc.subjectRisco
dc.titleRazão ótima de hedge para soja em Goiás e Mato Grosso.
dc.typeArtigo de periódico

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