Superação da dormência em sementes de Caesalpinia pyramidalis Tul

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Universidade Federal de Viçosa

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Espécies florestais com sementes duras freqüentemente apresentam consideráveis problemas paraos viveiristas, porque seus tegumentos duros e impermeáveis à água dificultam e retardam a germinação. Porisso, desenvolveu-se este experimento em casa de vegetação no Centro de Ciências Agrárias da UniversidadeFederal da Paraíba, com o objetivo de determinar metodologias para superar a dormência de sementes de catingueira.O delineamento experimental adotado foi o inteiramente ao acaso, com quatro repetições de 25 sementes.As sementes foram submetidas a 12 tratamentos: testemunha – sementes intactas (T1), escarificação mecânicafeita manualmente com lixa no. 80 (T2), desponte – pequeno corte na região oposta à micrópila (T3), imersãono ácido sulfúrico concentrado por 6, 8 e 10 min (T4, T5 e T6, respectivamente), imersão em água nas temperaturasde 60, 70 e 80 oC por 1 min (T7, T8 e T9, respectivamente) e imersão em água fria por 24, 48 e 72 h (T10,T11 e T12, respectivamente). As sementes foram semeadas em bandejas plásticas com areia umedecida esterilizada.Através de avaliações diárias durante 21 dias, verificaram-se as características de porcentagem de emergência,primeira contagem de emergência, índice de velocidade de emergência, comprimento e massa seca das plântulas.Os resultados evidenciaram que os tratamentos pré-germinativos promoveram a germinação das sementes decatingueira, e a escarificação manual com lixa, imersão em ácido sulfúrico concentrado por 8 e 10 min eimersão em água a 80 oC por 1 min revelaram ser os métodos mais efetivos.

Palabras clave

Agrociencias

Citación