Avaliação de híbridos de mangueira entre as variedades Tommy Atkins e Espada, em um ciclo, no semiárido brasileiro.

dc.contributorFRANCISCO PINHEIRO LIMA NETO, CPATSA; CARLOS ANTONIO FERNANDES SANTOS, CPATSA; MARIA AUXILIADORA COELHO DE LIMA, CPATSA; SÍLVIA TÂNIA LOPES ALVES; WASHINGTON CARVALHO PACHECO COELHO.
dc.creatorLIMA NETO, F. P.
dc.creatorSANTOS, C. A. F.
dc.creatorLIMA, M. A. C. de
dc.creatorALVES, S. T. L.
dc.creatorCOELHO, W. C. P.
dc.date2016-11-11T11:11:11Z
dc.date2016-11-11T11:11:11Z
dc.date2016-11-11
dc.date2016
dc.date2017-02-09T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:46:28Z
dc.descriptionAs exportações brasileiras de mangas foram, entre 2011 e 2013, praticamente equivalentes, apresentando uma discreta variação entre aproximadamente 127 mil toneladas, em 2012, e 122 mil toneladas, em 2013. Contudo, verifica-se, em 2014 e 2015, que as referidas exportações atingiram um patamar superior, alcançando aproximadamente 133 mil e 156 mil toneladas, respectivamente. Enquanto, no período de 2011 a 2013, as receitas proporcionadas pelas exportações oscilaram entre aproximadamente 137 milhões e 147 milhões de dólares, em 2014 e 2015 constata-se um razoável incremento nas referidas receitas, que, estimadas em aproximadamente 163 milhões e 184 milhões de dólares, respectivamente, lideraram os embarques nacionais de frutas, estimulando o crescimento das áreas cultivadas no Vale do São Francisco, principalmente nos municípios de Juazeiro, Bahia, e Petrolina, Pernambuco. O Vale do São Francisco anualmente destaca-se nos montantes brasileiros exportados, responsabilizando-se por 85% dos embarques. Embora a tradicional variedade Tommy Atkins ainda seja cultivada na maioria dos pomares implantados na região, verifica-se atualmente a crescente tendência de diversificação das matrizes produtivas através do investimento em algumas variedades mais apreciadas por consumidores internacionais como a ?Keitt?, a Kent e a Palmer (ANUÁRIO BRASILEIRO DA FRUTICULTURA, 2011; 2012; 2013; 2014; 2015; 2016). A variedade Tommy Atkins conquistou os principais mercados internacionais em virtude de alguns atributos como a coloração, o tamanho, a produtividade e, especialmente, a resistência ao transporte e à deterioração, todavia, apesar das referidas qualidades, a variedade também apresenta características indesejáveis como o baixo teor de sólidos solúveis, a significativa suscetibilidade ao colapso interno e a vulnerabilidade à malformação floral e vegetativa (PINTO et al., 2002a; 2002b). A diversificação de variedades é essencial para a consolidação das exportações brasileiras. O objetivo do trabalho consiste, assim, na avaliação de híbridos entre as variedades Tommy Atkins e Espada, em uma safra (2015-2016), no Semiárido Brasileiro, considerando-se parâmetros físicos e químicos associados aos frutos.
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 24., 2016, São Luis. Fruticultura: fruteiras nativas e sustentabilidade. São Luis, MA: SBF, 2016.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1056267
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/499644
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectTommy Atkins
dc.subjectEspada
dc.subjectAvaliação de híbrido
dc.subjectMelhoramento genético
dc.subjectMango
dc.subjectAFLP markers
dc.subjectManga
dc.subjectVariedade
dc.titleAvaliação de híbridos de mangueira entre as variedades Tommy Atkins e Espada, em um ciclo, no semiárido brasileiro.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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