Deposição de filmes protetores sobre madeira pela técnica do plasma frio.
| dc.contributor | Pesquisador da Embrapa Florestas. | |
| dc.creator | MAGALHÃES, W. L. E. | |
| dc.date | 2026-02-12T07:19:17Z | |
| dc.date | 2026-02-12T07:19:17Z | |
| dc.date | 2003-05-06 | |
| dc.date | 2002 | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-07T03:35:04Z | |
| dc.description | A madeira maciça é um compósito polimérico natural que pode sofrer tratamentos para atender a diversas especificações técnicas. Uma característica da madeira é a sua higroscopicidade. A madeira úmida é vulnerável ao ataque de térmitas e fungos, além de perder estabilidade dimensional. Os tratamentos mais usados são a impregnação e/ou o revestimento com tintas e vernizes. Uma técnica promissora para o revestimento de madeira maciça é o plasma frio ou descarga luminescente. Neste trabalho produziu-se plasmas frios através de descargas elétricas luminescentes em gases rarefeitos. Os precursores gasosos usados foram o etileno, acetileno, 1-buteno, e vapor de metil metacrilato e de acetato de vinila. A superfície de madeira maciça tratada por estes plasmas ficaram hidrofóbicas, sendo que os melhores resultados foram alcançados usando 1-buteno como gás precursor. Apesar do tratamento promover repelência à água, a superfície tratada continuou permeável ao vapor d'água. Com o emprego de uma mistura gasosa formada por vapor de TEOS e O2, foi possível constatar a ineficiência da descarga luminescente capacitiva em revestir o interior de orifícios em madeira. A deposição de filmes finos a partir de plasmas de 1-buteno foi caracterizada, tendo apresentado propriedades distintas do polímero convencional. O filme depositado por plasma apresentou hidrofobicidade, resistência química, insolubilidade em solventes comuns, e resistência contra teste acelerado de intemperismo. A espectroscopia de infravermelho e a análise elementar também revelaram diferenças entre os filmes convencional e depositado por plasma. As reações químicas no plasma podem ser controladas através de ajustes na potência transferida ao reator, pressão da câmara, vazão dos gases, e tempo de exposição à descarga. Com o uso de plasmas menos energéticos é possível produzir filmes poliméricos com estruturas menos entrecruzadas. Duas técnicas distintas foram testadas neste trabalho: o plasma capacitivo e o jato de plasma. Ambas as técnicas são promissoras em função do baixo nível de vácuo necessário, baixas freqüências, pequeno consumo de energia, ausência de poluição e solventes, e o uso de reagentes disponíveis em escala industrial. | |
| dc.description | Tese (Doutorado em Ciência e Engenharia de Materiais) - Departamento de Interunidades, Universidade de São Paulo, São Carlos. Orientador: Milton Ferreira de Souza. | |
| dc.format | 82 f. | |
| dc.identifier | 2002. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/306333 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/437978 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Madeira maciça | |
| dc.subject | Plasma frio | |
| dc.subject | Deposição polimérica | |
| dc.subject | Solid wood | |
| dc.subject | Coating | |
| dc.subject | Cold plasma | |
| dc.subject | Polymeric deposition | |
| dc.subject | Revestimento | |
| dc.title | Deposição de filmes protetores sobre madeira pela técnica do plasma frio. | |
| dc.type | Teses |
