Desinfecção de sementes de café visando a germinação in vitro.

dc.contributorCARLOS HENRIQUE S DE CARVALHO, SAPC; ANA CAROLINA S. R. PAIVA, Fundação ProCafé; IVAN BUENO FERREIRA; JOSÉ BRAZ MATIELLO; SAULO ROQUE DE ALMEIDA; MAURÍCIO BENTO DA SILVA; MARIANA PINTO ABREU; BETEL SILVA FERNANDES; TAMIRIS NILZA DE OLIVEIRA.
dc.creatorCARVALHO, C. H. S. de
dc.creatorPAIVA, A. C. S. R.
dc.creatorFERREIRA, I. B.
dc.creatorMATIELLO, J. B.
dc.creatorALMEIDA, S. R.
dc.creatorSILVA, M. B. da
dc.creatorABREU, M. P.
dc.creatorFERNANDES, B. S.
dc.creatorOLIVEIRA, T. N. de
dc.date2016-03-15T11:11:11Z
dc.date2016-03-15T11:11:11Z
dc.date2016-03-15
dc.date2015
dc.date2017-03-22T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-01T00:26:17Z
dc.descriptionA contaminação por fungos e bactérias é a principal dificuldade para a germinação e cultivo de sementes de café in vitro. Em geral, praticamente 100% das sementes armazenadas à temperatura ambiente apresentam contaminação quando colocadas para germinar em meio de cultura. O tratamento mais usado para a desinfecção de explantes de cafeeiro, tais como folhas e ramos, é o hipoclorito de sódio. Todavia, testes realizados no Laboratório de Cultura de Tecidos da Fundação Procafé indicaram que o hipoclorito de sódio não é eficiente para a desinfestação de sementes, pois ocorre grande crescimento de fungos e bactérias. Segundo pesquisadores da Universidade Federal de Lavras, UFLA, o formal, 1,6%, pode ser usado para a desinfecção de sementes de café visando o resgate de embriões. Assim, este trabalho visou avaliar a eficiência do formol na desinfecção de sementes de café, objetivando a germinação in vitro e o resgate de embriões. Foram testados os seguintes tratamentos: 1) Álcool 70% por um minuto + hipoclorito de sódio a 2% por uma hora, seguidos de três lavagens com água estéril; 2) Álcool 70% por 10 minutos + hipoclorito de sódio a 2% por uma hora, seguido de três lavagens com água estéril; 3) Formol a 1,6% por 30 minutos, seguido de três lavagens com água estéril. O ensaio foi repetido duas vezes usando-se as cultivares IPR 107 (sementes) e Catucaí Amarelo 6/30 (sementes e embriões). Os ensaios foram instalados em delineamento inteiramente casualizado, com 40 repetições, sendo cada parcela formada por uma semente ou embrião zigótico. Utilizou-se meio MS gelificado com Phytagel (1,4 g/L). Após a desinfecção os embriões foram extraídos em condições assépticas, por meio de pinças e bisturi. A percentagem de sementes ou embriões contaminados por fungos ou bactérias foi quantificada 30 dias após a aplicação dos tratamentos.
dc.formatp. 187-188
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISAS CAFEEIRAS, 41., 2015, Poços de Caldas. Com mais tecnologia, o melhor café se aprecia: trabalhos apresentados. Varginha: Fundação Procafé, 2015 417 p.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1041057
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/404015
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectCafé in vitro
dc.subjectGerminação
dc.subjectCafé
dc.subjectSemente
dc.subjectDesinfecção
dc.titleDesinfecção de sementes de café visando a germinação in vitro.
dc.typeResumo em anais e proceedings

Archivos