INDUTOR DE RESISTÊNCIA NA PÓS-­‐COLHEITA DE LARANJA ‘SALUSTIANA’

dc.creatorTiago Camponogara Tomazetti
dc.creatorMárcia Denise Rossarolla
dc.creatorAndrio Spiller Copatti
dc.creatorAline de Melo Monteiro
dc.creatorPércio Sanchez Righi
dc.creatorLília Sichmann Heiffig-­‐del Aguila
dc.creatorJuan Saavedra del Aguila
dc.date2013
dc.date.accessioned2026-07-07T04:14:33Z
dc.descriptionO objetivo deste trabalho foi verificar a eficiência da utilização do ácido salicílico (AS) no controle do Penicillium digitatum em pós -­‐ colheita de laranja ‘Salustiana’ e as alteraçõe s causadas pelo tratamento em algumas características de qualidade pós -­‐ colheita. O experimento constou de 4 tratamentos de imersão dos frutos (T1: controle; T2: água destilada, seguido de ferimento e pulverização de P. digitatum ; T3: 1 mM de AS, seguido de ferimento e pulverização de água destilada e; T4: 1 mM de AS, seguido de ferimento e pulverização de P. digitatum ) com 3 repetições compostas por 3 frutos cada. Aos 0, 7 e 14 dias de armazenamento, em temperatura ambiente (22 ± 3ºC), foram avaliadas as ca racterísticas de índice de coloração do pericarpo (ICP), perda de massa fresca (%) (PMF), rendimento de suco (%), sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT), relação SS/AT (“ratio”) e podridões (%). Não foram verificadas diferenças entre os tratamentos p ara quaisquer das variáveis analisadas aos 7 dias de armazenamento. Entretanto, aos 14 dias de armazenamento observaram -­‐ se diferenças para o ICP, demonstrando maior mudança na coloração do pericarpo para o T2, diferindo do T3 que recebeu tratamento com AS; T2 apresentou também maior PMF, diferindo somente do T4, que mesmo sendo inoculado pelo patógeno apresentou a menor PMF. Ao final do armazenamento por 14 dias, o T2 não apresentava condições de comercialização (podridões acima de 20%). Assim, pode se conc luir que a imersão de laranjas ‘Salustiana’ em ácido salicílico não afeta as características físicas e químicas pós-­‐ colheita e reduz a severidade dos sintomas da infecção de P. digitatum nestes frutos.
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier1665-0204
dc.identifierhttps://www.redalyc.org/articulo.oa?id=81329290006
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/455196
dc.languagept
dc.publisherAsociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C.
dc.relationhttp://www.redalyc.org/revista.oa?id=813
dc.rightsRevista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha
dc.sourceRevista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha (México) Num.2 Vol.14
dc.subjectAgrociencias
dc.titleINDUTOR DE RESISTÊNCIA NA PÓS-­‐COLHEITA DE LARANJA ‘SALUSTIANA’
dc.typeartículo científico

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