Associação de lodo de esgoto e Clonostachys rosea para a supressão de Botrytis cinerea em restos culturais de roseira.

dc.contributorMARCELO AUGUSTO BOECHAT MORANDI, CNPMA; ELEN RIBEIRO DOS SANTOS AGOSTINI, CNPMA; Liliana P.V. Mattos, Bolsista de Treinamento Técnico, FAPESP.; Rafaella C. Bonugli, Bolsista de Iniciação CienLífica, FAPESP.
dc.creatorMORANDI, M. A. B.
dc.creatorSANTOS, E. R. dos
dc.creatorMATTOS, L. P. V.
dc.creatorBONUGLI, R. C.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2007-05-23
dc.date2005
dc.date2015-06-08T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T04:58:20Z
dc.descriptionA produção de rosas de corte no estado de São Paulo é uma atividade de importante expressão sócio-econômica. Porém, as perdas devido ao mofo cinzento (Botrytis cinerea Pers.:Fr.) são significativas e levam ao uso intensivo de fungicidas, o que tem causado, entre outros problemas, a contaminação do ambiente e dos aplicadores e a predominância de isolados resistentes do patógeno. O objetivo deste trabalho foi avaliar a supressão da esporulação de B. cinerea em restos culturais de roseira pela associação de Clonostachys rosea (Link: Fr.) Schroers, Samuels, Siefert and W. Gams (ex. Gliocladium roseum Bainier) e matéria orgânica (MO), como alternativa para o manejo da doença. Utilizaram-se lodo de esgoto e composto orgânico a base de lodo e bagaço de cana como fontes de MO. Apesar de não ter havido aumento significativo na taxa de degradação dos restos com a aplicação de MO, verificou-se redução na esporulação de B. cinerea com estes tratamentos. Esta redução foi, provavelmente, devido ao aumento da competição microbiana nos restos, especialmente pela ocorrência de Trichoderma sp. Nos tratamentos com C. rosea em condições controladas, recuperou-se o antagonista dos restos culturais por mais de 70 dias após a inoculação e verificou-se significativa redução da esporulação de B. cinerea. A cobertura dos restos com MO aumentou a sobrevivência de C. rosea e suprimiu a esporulação do patógeno em 70 a 100%, valor superior ao obtido com o antagonista ou as fontes de MO isoladamente (25 a 65%). Quando aplicado no campo, porém, o estabelecimento de C. rosea foi reduzido e proporcionou apenas ligeira redução na esporulação do patógeno. O desenvolvimento e produção de botões florais nas plantas adubadas com NPK, lodo e composto, ou naquelas onde foi aplicado C. rosea, não diferiram significativamente. Os resultados obtidos em condições controladas com o uso associado de C. rosea e MO na supressão de B. cinerea são promissores. Entretanto, é necessário identificar os fatores que afetam a performance do antagonista a campo, de forma a se estabelecer uma estratégia viável do seu uso em cultivos comerciais de roseira.
dc.identifierSumma Phytopathologica, Piracicaba, v. 31, n. 4, p. 358-366, out./dez. 2005.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/15471
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/476158
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectGliocladium roseum
dc.subjectLodo de esgoto
dc.subjectComposto
dc.subjectAdubo de esgoto
dc.subjectControle biológico
dc.subjectDoença de planta
dc.subjectMofo cinzento
dc.subjectBotrytis Cinerea
dc.subjectClonostachys rosea
dc.titleAssociação de lodo de esgoto e Clonostachys rosea para a supressão de Botrytis cinerea em restos culturais de roseira.
dc.typeArtigo de periódico

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