Identificação de regiões genômicas associadas à deterioração fisiológica pós-colheita em mandioca.
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A mandioca (Manihot esculenta Crantz) é uma espécie de grande importância mundial pela sua segurança alimentar, em função da sua grande eficiência no acúmulo de carboidratos, tolerância à seca e produção em solos marginais. Apesar disso, um dos grandes entraves à competitividade da cadeia produtiva da mandioca em comparação com outras culturas amiláceas é a ocorrência da deterioração fisiológica pós-colheita (DFPC). A DFPC está relacionada a alterações fisiológicas e/ou bioquímicas nas raízes da mandioca, geralmente não relacionados ao ataque de microrganismos, fazendo com que as raízes se tornem impalatáveis e não comercializáveis. A identificação de fontes de tolerância à DFPC e o entendimento dos mecanismos genéticos associados a esse estresse fisiológico são as estratégias mais eficazes para minimizar os impactos negativos da DFPC, de forma a garantir a sustentabilidade da mandiocultura. [...].
Palabras clave
Mandioca, Genoma, Fisiologia Vegetal, Aspecto Fisiológico, Pós-Colheita, Manihot Esculenta, Deterioração, Raiz, Melhoramento Genético Vegetal, Genótipo, Resistência Genética, Cassava, Genome, Plant physiology, Physiological response, Harvesters, Postharvest diseases, Deterioration, Roots, Plant genetic resources, Breeding and Genetic Improvement, Genotype, Genetic resistance
