Fungos endofíticos associados a acículas de Pinus taeda.

dc.contributorIDA CHAPAVAL PIMENTEL, UFPR; GISELE FIGURA, UFPR; CELSO GARCIA AUER, CNPF.
dc.creatorPIMENTEL, I. C.
dc.creatorFIGURA, G.
dc.creatorAUER, C. G.
dc.date2011-04-15T11:11:11Z
dc.date2011-04-15T11:11:11Z
dc.date2011-04-15
dc.date2010
dc.date2015-02-23T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T03:19:07Z
dc.descriptionO presente trabalho objetivou estudar os fungos endofíticos em acículas de árvores jovens de Pinus taeda L. e avaliar o efeito da posição de coleta na árvore. As amostras foram coletadas em duas alturas (30-50 cm e 100-130 cm acima do solo) e nas quatro posições cardeais (norte, sul, leste e oeste), em plantas com 18 meses de idade, localizadas em Colombo, PR, Brasil. As acículas foram submetidas a assepsia e fragmentos com 10 mm de comprimento foram plaqueados em meio BDA e incubados a 28 °C, sob fotofase de 12 h, por 15 dias. Para a identificação, as estruturas reprodutivas dos fungos foram produzidas pelo método do microcultivo. Foram isolados e identificados dezessete gêneros: Alternaria, Aspergillus, Cladosporium, Colletotrichum, Coniothyrium, Diplodia, Drechslera, Hansfordia, Monocillium, Nodulisporium, Panidio, Papulaspora, Pestalotiopsis, Phialophora, Pithomyces, Rhizoctonia e Xylaria Alguns morfotipos sem identificação foram Mycelia sterilia e fungos demaciáceos. O número de isolados da altura 30-50 cm foi significativamente maior que na outra altura. Não foi observada diferença significativa no número de isolados entre as posições cardeais de uma mesma altura. Diferenças significativas foram observadas entre os gêneros isolados e Xylaria foi o gênero mais frequente.
dc.identifierSumma Phytopathologica, Botucatu, v. 36, n. 1, p. 85-88, 2010.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/886045
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/430263
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectFungo
dc.subjectPinus
dc.titleFungos endofíticos associados a acículas de Pinus taeda.
dc.typeArtigo de periódico

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