Dinâmica do crescimento do tubo polínico em bananeira por meio da microscopia de fluorescência.

dc.contributorALESSANDRA OLIVEIRA BARBOSA, UFRB; JANAY ALMEIDA DOS SANTOS SEREJO, CNPMF; FERNANDA VIDIGAL DUARTE SOUZA, CNPMF.
dc.creatorBARBOSA, A.
dc.creatorSEREJO, J. A. dos S.
dc.creatorSOUZA, F. V. D.
dc.date2015-08-06T11:11:11Z
dc.date2015-08-06T11:11:11Z
dc.date2015-08-06
dc.date2014
dc.date2016-03-17T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T04:46:46Z
dc.descriptionTécnicas de microscopia de fluorescência com anilina azul possibilitam análises de características relacionadas à germinação dos grãos de pólen, bem como das taxas de crescimento do tubo polínico. Objetivou-se observar a dinâmica do crescimento do tubo polínico em cultivares de bananeira por meio da fluorescência. Flores femininas de três acessos diploides (086094-20, Lidi e TDM) foram protegidas em sacos de nylon, polinizadas manualmente no dia seguinte com pólen do diploide SH3263 por volta das 8 horas da manhã. Após 6, 8, 24, 32, 48 e 56 horas, os botões florais foram coletados, retirando-se os estigmas e ovários que foram imersos em solução de etanol-ácido acético 3:1, durante 24 horas. Posteriormente o material foi colocado em etanol 70% e autoclavado durante diferentes intervalos de tempo (20 min a 2 horas) em solução de sulfito de sódio para amolecimento e clareamento do tecido. Em seguida foram lavados com água destilada e mergulhados em solução corante de anilina azul 0,01% por 4 horas. O material foi depositado em lâminas de vidro e observado sob microscópio óptico de fluorescência OLYMPUS U-RFL-T. Foi possível observar a dinâmica do crescimento do tubo polínico nas cultivares testadas. Os tempos de 2 horas de autoclavagem para os estigmas e 20 minutos para os ovários foram mais eficientes para amolecer os tecidos permitindo melhor visualização. Os cruzamentos apresentaram alta taxa de germinação do pólen no estigma e desenvolvimento do tubo polínico na região do estilete no período de 6 até as 24 horas após a polinização. Verificou-se a presença de tubo polínico no interior do ovário após 32 a 56 horas, assim como, a presença de óvulos fecundados. Considerando que esta é a primeira vez que o protocolo é aplicado à cultura da bananeira, avaliações mais aprofundadas se tornam necessárias para elucidar aspectos relacionados à esterilidade de alguns genótipos.
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE RECURSOS GENÉTICOS, 3., 2014, Santos. Anais... Brasília, DF: Sociedade Brasileira de Recursos Genéticos, 2014.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1021516
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/471396
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectBanana
dc.subjectMelhoramento vegetal
dc.subjectFertilidade
dc.subjectReprodução
dc.titleDinâmica do crescimento do tubo polínico em bananeira por meio da microscopia de fluorescência.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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