Monitoramento da liberação do gás PH3 por pastilhas de fosfina usadas para expurgo de sementes.

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São muitas as espécies de pragas que atacam produtos armazenados, sementes, grãos e subprodutos. Dentre elas, destacam-se os insetos como um dos mais importantes agentes responsáveis pelas perdas no período pós-colheita. Os insetos que se desenvolvem em produtos armazenados apresentam características de acordo com o ambiente em que se encontram os grãos e subprodutos. O controle dessas pragas depende praticamente de três métodos que são o controle preventivo com inseticidas químicos líquidos, ou inseticida natural a base de terra de diatomáceas, e o controle curativo ou expurgo das sementes e grãos com o inseticida à base de fosfina. O expurgo ou fumigação é uma técnica empregada para eliminar pragas infestantes em sementes e grãos armazenados mediante uso de gás. Deve ser realizado sempre que houver infestação no lote, silo ou armazém. A manutenção da concentração do gás fosfina durante o expurgo é essencial para a eficácia do tratamento. O experimento foi realizado com o objetivo de determinar a taxa de liberação do gás fosfina proveniente de pastilhas comerciais de fosfina ao longo do tempo, visando a garantia da eficiência do expurgo de sementes e grãos. Pastilhas de quatro formulações de fosfina (Phostek®, Gastoxin® B57, ®Phostoxin e Fertox®), foram introduzidas no interior de câmaras de expurgo e avaliadas quanto à liberação do gás fosfina medido pela concentração de PH3 durante 240 horas. Os resultados mostraram que a liberação do gás fosfina inicia logo após a disponibilização das pastilhas no ambiente, que as quatro formulações foram semelhantes na disponibilização do gás fosfina, e que as dosagens comerciais aplicadas podem ser reduzidas sem prejuízo à eficiência, desde que a hermeticidade do ambiente seja mantida.

Palabras clave

Taxa de liberação de fosfina

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