A vitivinicultura brasileira: realidade e perspectivas.
| dc.contributor | JOSE FERNANDO DA SILVA PROTAS, CNPUV; LOIVA MARIA RIBEIRO DE MELLO, CNPUV. | |
| dc.creator | PROTAS, J. F. da S. | |
| dc.creator | CAMARGO, U. A. | |
| dc.creator | MELLO, L. M. R. de | |
| dc.date | 2016-09-13T11:11:11Z | |
| dc.date | 2016-09-13T11:11:11Z | |
| dc.date | 2016-09-13 | |
| dc.date | 2002 | |
| dc.date | 2019-04-15T11:11:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-07T11:24:05Z | |
| dc.description | Dados históricos revelam que a primeira introdução da videira no Brasil foi feita pelos colonizadores portugueses em 1532, através de Martin Afonso de Souza, na então Capitania de São Vicente, hoje Estado de São Paulo. A partir deste ponto e através de introduções posteriores, a viticultura expandiu-se para outras regiões do país, sempre com cultivares de Vitis vinifera procedentes de Portugal e da Espanha. Nas primeiras décadas do século XIX, com a importação das uvas americanas procedentes da América do Norte, foram introduzidas as doenças fúngicas que levaram a viticultura colonial à decadência. A cultivar Isabel passou a ser plantada nas diversas regiões do país, tornando-se a base para o desenvolvimento da vitivinicultura comercial nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Mais tarde, a partir do início do século XX, o panorama da viticultura paulista mudou significativamente com a substituição da Isabel por Niágara e Seibel 2. No Estado do Rio Grande do Sul, foi incentivado o cultivo de castas viníferas através de estímulos governamentais. Nesse período a atividade vitivinícola expandiu-se para outras regiões do sul e sudeste do país, sempre em zonas com período hibernal definido e com o predomínio de cultivares americanas e híbridas. Entretanto, na década de 70, com a chegada de algumas empresas multinacionais na região da Serra Gaúcha e da Fronteira Oeste (município de Sant'Ana do Livramento), verificou-se um incremento significativo da área de parreirais com cultivares V. vinifera. A viticultura tropical brasileira foi efetivamente desenvolvida a partir da década de 1960, com o plantio de vinhedos comerciais de uva de mesa na região do Vale do Rio São Francisco, no nordeste semi-árido brasileiro. Nos anos 70 surgiu o pólo vitícola do Norte do Estado do Paraná e na década de 1980 desenvolveram-se as regiões do Noroeste do Estado de São Paulo e de Pirapóra no Norte de Minas Gerais, todas voltadas à produção de uvas finas para consumo in natura. Iniciativas mais recentes, como as verificadas nas regiões Centro-Oeste (Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás) e Nordeste (Bahia e Ceará), permitem que se projete um aumento significativo na atividade vitivinícola nos próximos anos. | |
| dc.identifier | Bento Gonçalves, RS: Embrapa Uva e Vinho, 2002. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1052798 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/506379 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Vitivinicultura brasileira | |
| dc.subject | Videira | |
| dc.subject | Brasil | |
| dc.subject | Regiões vitícolas | |
| dc.subject | Viticultura tropical | |
| dc.subject | Vinho | |
| dc.subject | Viticultura | |
| dc.subject | Uva | |
| dc.title | A vitivinicultura brasileira: realidade e perspectivas. | |
| dc.type | Folhetos |
