Angelim-doce: Andira fraxinifolia.
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NOMES VULGARES POR UNIDADES DA FEDERAÇÃO: na Bahia, angelim-branco, angelim-coco, angelim-mirim e angelim-preto; no Ceará, angelim-amargoso; no Espírito Santo, angelim-coco; em Minas Gerais, angelim, angelim-amargoso, angelim-doce, angelim-pedra, angelim-rosa, cambuatá, morcegueira e pau-de-morcego; na Paraíba, jacarandá; no Paraná, angico-cambí, angico-vermelho, guarucaia, jacarandá-do-litoral, jacarandá-lombriga e pau-angelim; em Pernambuco, angelim, angelim-de-caroço e angelim-roxo; no Estado do Rio de Janeiro, angelim-pedra; em Santa Catarina, pau-angelim; no Estado de São Paulo, angelim, angelim-doce, angelim-da-folha-grande, barateiro, fruta-de-cavalo, jacarandá-de-morcego e pau-de-morcego, e em Sergipe, angelim. NOTA: nos seguintes nomes vulgares, não foi encontrada a devida correspondência com as Unidades da Federação: angelim-do-mato, mata-baratas, pau-mamona-do-mato e pinhão-do-mato.
Palabras clave
Andira fraxinifolia, Angelim doce, Descrição, Ocorrência, Uso, Crescimento, Espécie Nativa, Madeira, Nomenclatura, Taxonomia
