Avaliação in vitro da sensibilidade da Corynebacterium pseudotuberculosis frente a diferentes tipos de antissépticos e desinfetantes e determinação de sua curva de crescimento.

dc.contributorL.B. Santiago, Pós-graduanda Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Sobral, CE; FRANCISCO SELMO FERNANDES ALVES, CNPC; RAYMUNDO RIZALDO PINHEIRO, CNPC; V.W.S. dos Santos, UVA, Sobral, CE; A.S. Rodrigues, Instituto Superior de Teologia Aplicada, Sobral, CE.; LEA CHAPAVAL, CPPSE; I.F. de Brito, UVA, Sobral, CE; F.G.C. de Sousa, Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Areia, PB.
dc.creatorSANTIAGO, L. B.
dc.creatorALVES, F. S. F.
dc.creatorPINHEIRO, R. R.
dc.creatorSANTOS, V. W. S. dos
dc.creatorRODRIGUES, A. S.
dc.creatorCHAPAVAL, L.
dc.creatorBRITO, I. F. de
dc.creatorSOUSA, F. G. C. de
dc.date2014-07-30T06:32:32Z
dc.date2014-07-30T06:32:32Z
dc.date2011-01-25
dc.date2010
dc.date2019-09-24T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-01T00:18:38Z
dc.descriptionO objetivo deste estudo foi avaliar o efeito in vitro de antissépticos e desinfetantes contra a Corynebacterium pseudotuberculosis e descrever a curva de crescimento deste micro-organismo em caldo de infusão de cérebro e coração adicionado de 0,1% de Tween 80 (BHI + T), ao longo de 48 horas. Foram avaliados tintura de iodo a 10%, hipoclorito de sódio a 2,5%, permanganato de potássio a 5%, sabonete líquido antisséptico Aseptol® e álcool etílico absoluto (99,8%), por meio da metodologia da disco-difusão. Um swab estéril foi imerso na suspensão bacteriana produzida e semeado em placa de ágar Mueller-Hinton. Discos estéreis foram embebidos em cada solução a ser testada e distribuídos na superfície do ágar. Os resultados foram obtidos de acordo com o diâmetro do halo produzido ao redor dos discos. Para obtenção da curva de crescimento, colônias isoladas do micro-organismo foram inoculadas em frasco contendo BHI + T. A cada quatro horas, 2 mL eram retirados para medição da massa celular em espectrofotômetro e 1 mL para realização das diluições seriadas, plaqueamento em ágar sangue e contagem de células viáveis. Observou-se que, para a obtenção de uma concentração máxima de C. pseudotuberculosis, próxima a 1.200 x 105 células viáveis/mL, deve-se manter o inóculo sob incubação adequada por um período de 28 a 40 horas. Quanto à prova de sensibilidade, verificou-se que a tintura de iodo a 10%, seguida pelo hipoclorito de sódio a 2,5% e permanganato de potássio a 5%, foram os antissépticos e desinfetantes com maior poder bactericida in vitro contra a C. pseudotuberculosis.
dc.identifierArquivos do Instituto Biológico, v. 77, n. 4, p. 593-600, out./dez. 2010.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/874293
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/401511
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectAntibiograma
dc.subjectAntibiogram
dc.subjectBactericidal
dc.subjectCélulas viáveis
dc.subjectTreatment
dc.subjectAnimal deseases
dc.subjectViable cells
dc.subjectCaprino
dc.subjectOvino
dc.subjectDoença animal
dc.subjectLinfadenite caseosa
dc.subjectCorynebacterium pseudotuberculosis
dc.subjectTratamento
dc.subjectBactericida
dc.subjectCaseous lymphadenitis
dc.titleAvaliação in vitro da sensibilidade da Corynebacterium pseudotuberculosis frente a diferentes tipos de antissépticos e desinfetantes e determinação de sua curva de crescimento.
dc.typeArtigo de periódico

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