Desenvolvimento de biolarvicidas à base de Bacillus thuringiensis para controle de pragas.
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Os insetos e nematóides são responsáveis por perdas agrícolas e transmissão de doenças. Para combatê-los, produtos químicos têm sido maciçamente utilizados. Esses, além de poluírem o meio ambiente podem propiciar o desenvolvimento de populações de resistentes. A utilização de bioinseticidas a base da bactéria Bacillus thuringiensis é uma alternativa viável, pois esta bactéria pode sintetizar diferentes toxinas ativas a muitas pragas. Seu emprego ainda é restrito, pois todo produto de qualidade existente no Brasil é importado e adquirido a preços tão elevados que muitas vezes inviabilizam sua aquisição. A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia conta com uma coleção de 2.300 estirpes de Bacillus thuringiensis, de onde foram selecionadas estirpes altamente tóxicas aos insetos da ordem Díptera, Culex quinquefasciatus e Aedes aegypti, Lepidoptera, Plutella xylostella, Anticarsia gemmatalis e Spodoptera frugiperda e Coleoptera, Anthonomus grandis. Algumas dessas estirpes estão sendo utilizadas como base para a formatação de produtos biológicos, sendo que atualmente encontram-se disponíveis no mercado os produtos Sphaerus SC e Bt-horus SC, tóxicos a larvas de Dípteros, brevemente será lançado o produto “Ponto Final”, tóxico a larvas de Lepidópteros e estão em desenvolvimento produtos para o controle do Alphitobius diaperinus (Coleoptera: Tenebrionidae) (cascudinho da cama de frango) e Haemonchus contortus (Nematoda: Trichostrongyloidea) (verme de ovinos).
Na publicação: Rose Monnerat.
Na publicação: Rose Monnerat.
Palabras clave
Bacillus Thuringiensis
