Degradabilidade ruminal do capim-braquiária em vacas Holandês x Zebu a pasto recebendo suplementação com concentrado contendo níveis crescentes de grão de soja tostado.
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O experimento foi realizado na Embrapa Gado de Leite (Coronel Pacheco, MG) em delineamento Quadrado Latino 4 x 4, objetivando avaliar as degradabilidades da matéria seca (MS), matéria orgânica (MO) e fibra em detergente neutro (FDN) do capim-braquiária em vacas Holandês x Zebu a pasto recebendo suplementação com concentrado contendo níveis crescentes de grão de soja tostado (GST) As vacas, fistuladas no rúmen, foram manejadas em pastagem de Brachiaria brizantha cv. Marandu suplementada com 6 kg/vaca/dia de concentrados formulados com 0; 1,5; 3,0; ou 4,5 kg de GST, que consistiram nos tratamentos experimentais. Para o estudo da degradabilidade ruminal, foi utilizada extrusa de capim-braquiária (12,6% de MS; 10,8% de proteína bruta – PB e 69,7% de FDN), coletada de uma vaca fistulada no esôfago e mantida na mesma pastagem utilizada pelos animais experimentais. Não houve efeito (P>0,05) do nível de GST sobre os parâmetros de degradação ruminal da MS, MO e FDN da extrusa de capim-braquiária. As faixas de valores observadas para degradabilidade potencial, taxa de degradação e degradabilidade efetiva (DE) da extrusa de capim-braquiária, nos quatro tratamentos, foram, respectivamente, 85,4 a 86,4%, 3,41 a 3,92%/h, e 49,8 a 51,4% para MS; 85,8 a 87,0%, 3,42 a 3,97%/h, e 48,4 a 50,1% para MO; e 83,2 a 85,2%, 3,46 a 3,91%/h, e 39,4 a 40,8% para FDN.
Palabras clave
Saco de náilon, Brachiaria Brizantha, Incubação
