Estimativa da massa de seis gramíneas forrageiras pela cobertura do solo e altura de planta.

dc.contributorFERNANDO FRANÇA DA CUNHA, UNIPAC; CARLOS AUGUSTO BRASILEIRO DE ALENCAR, UFV; RODRIGO ANTONIO SILVA ARAUJO, UFV; RUBENS ALVES DE OLIVEIRA, UFV; MARCIO MOTA RAMOS, UFV; ANTONIO CARLOS COSER, PESQUISADOR APOSENTADO DA EMBRAPA; CARLOS EUGENIO MARTINS, CNPGL.
dc.creatorCUNHA, F. F. DA
dc.creatorALENCAR, C. A. B. DE
dc.creatorARAUJO, R. A. S.
dc.creatorOLIVEIRA, R. A. DE
dc.creatorRAMOS, M. M.
dc.creatorCOSER, A. C.
dc.creatorMARTINS, C. E.
dc.date2024-02-15T12:32:34Z
dc.date2024-02-15T12:32:34Z
dc.date2011-03-31
dc.date2010
dc.date.accessioned2026-07-07T03:51:18Z
dc.descriptionAs pastagens são importantes para alimentação de bovinos e manutenção dos aspectos físicos do solo. Diante disso, a determinação de sua produtividade de forma correta é necessária. Existem várias metodologias para sua determinação e o objetivo da presente pesquisa foi avaliar os diferentes métodos para estimar a produtividade de matéria seca (MS) em seis gramíneas forrageiras em diferentes épocas climáticas. Os capins avaliados foram os capins Xaraés, Marandu, Mombaça, Tanzânia, Pioneiro e Estrela. As épocas climáticas foram outono/inverno e primavera/verão. A obtenção da produtividade de MS, considerada padrão, foi realizada de forma manual, colhendo massa verde numa área pré-determinada e depois secada em estufa e pesada em balança de precisão. As metodologias avaliadas consistiram em obter a produtividade de MS relacionadas à cobertura do solo, altura de planta e pela associação dessas duas variáveis. O modelo de regressão que melhor ajustou aos dados coletados foi o linear. Não foi possível estimar a produtividade de MS em função da cobertura do solo para o capim-marandu no outono/inverno, nos demais tratamentos, apesar de possível, apresentaram baixa confiabilidade de acordo com o coeficiente de determinação. As equações de regressão em função apenas da altura de planta apresentaram maior confiabilidade em relação às equações em função da cobertura do solo e menor confiabilidade em relação às equações que associaram essas duas variáveis. Concluiu-se que a altura de planta e a cobertura do solo não devem ser usadas, isoladamente, como indicadoras da produtividade de MS e que a associação entre essas proporcionam melhores resultados.
dc.identifierRevista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro, v. 1, p. 1-14, 2010.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/884404
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/444952
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectConservação do Solo
dc.subjectProdutividade
dc.subjectBrachiaria Brizantha
dc.subjectPanicum Maximum
dc.subjectPennisetum Purpureum
dc.titleEstimativa da massa de seis gramíneas forrageiras pela cobertura do solo e altura de planta.
dc.typeArtigo de periódico

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