Ecologia e biodiversidade das minhocas no Estado do Paraná, Brasil.

dc.contributorKLAUS DIETER SAUTTER, Centro Universitário Positivo; GEORGE GARDNER BROWN, CNPF; AMARILDO PASINI, UEL; NORTON POLO BENITO, UEL; DAIANE HELOÍSA NUNES, ESALQ; SAMUEL WOOSTER JAMES, University of Kansas.
dc.creatorSAUTTER, K. D.
dc.creatorBROWN, G. G.
dc.creatorPASINI, A.
dc.creatorBENITO, N. P.
dc.creatorNUNES, D. H.
dc.creatorJAMES, S. W.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2008-03-10
dc.date2007
dc.date2017-05-31T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T11:52:06Z
dc.descriptionNeste trabalho apresentamos o atual conhecimento da ecologia e biodiversidade das minhocas no Estado do Paraná. Das 55 espécies conhecidas no Estado, 20 são exóticas e 35 nativas, principalmente da família Glossoscolecidae (23spp.) e Ocnerodrilidae (10 spp.). As exóticas pertencem principalmente às famílias Megascolecidae (7 spp.) e Acanthodrilidae (6 spp.). As nativas têm distribuição mais restrita, enquanto as exóticas e as peregrinas (por ex., Pontoscolex corethrurus), são encontradas em muitos locais. Considerando o pequeno número de coletas realizadas até o momento no Paraná, presupõe-se que ainda existam muitas espécies novas a serem descobertas nos diversos ecossistemas (principalmente nativos). Vários estudos ecológicos, incluindo quantificação da população de minhocas em diferentes ecossistemas nativos e agroecossistemas já foram realizados no Estado; verificou-se geralmente, maiores abundâncias de minhocas nos sistemas de preparo reduzido de solo, nas pastagens e na semeadura direta, em relação ao preparo convencional, provavelmente devido à maior quantidade de alimento e menor perturbação física nos sistemas conservacionistas. Algumas espécies nativas sobrevivem em agroecossistemas (onde as exóticas geralmente predominam), mas normalmente elas estão restritas aos ecossistemas naturais com vegetação nativa (florestas primárias e secundárias, campos nativos), porém com abundância baixa. Muitas espécies nativas habitam solos encharcados (famílias Glossoscolecidae, Ocnerodrilidae e Almidae), e algumas são coletadas e vendidas para pescadores, uma atividade que ainda precisa ser regulamentada no Estado (e no País). Alguns ensaios e observações de campo têm sido realizados, sobre o efeito de minhocas introduzidas (principalmente do gênero Amynthas) na produtividade vegetal e nas propriedades físicas do solo; demonstrou-se a importância das espécies exóticas sobre os processos edáficos,alertando para a necessidade de mais estudos sobre o assunto, envolvendo não só exóticas, mas também espécies nativas do Estado, que podem estar fornecendo importantes serviços ambientais em diversos ecossistemas do Paraná.
dc.formatp. 383-396.
dc.identifierIn: BROWN, G. G.; FRAGOSO, C. (Ed.). Minhocas na América Latina: biodiversidade e ecologia. Londrina: Embrapa Soja, 2007.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/470684
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/515611
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMinhoca
dc.subjectZoologia
dc.titleEcologia e biodiversidade das minhocas no Estado do Paraná, Brasil.
dc.typeParte de livro

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