Considerações sobre o estudo do futuro.

dc.contributorDANILO NOLASCO CORTES MARINHO, UnB
dc.contributorTARCIZIO REGO QUIRINO, CNPMA.
dc.creatorMARINHO, D. N. C.
dc.creatorQUIRINO, T. R.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date1996-03-11
dc.date1995
dc.date2016-12-14T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:02:58Z
dc.descriptionA ideia de futuro, como a conhecemos hoje, e recente na historia da humanidade, mas vem adquirindo tanta importância que se tornou motivo de reflexão institucionalizada. Os estudos do futuro tiveram precursores antes do século XX, mas foi a partir da Segunda Guerra Mundial que evoluíram para a atual estruturação e foco de interesse. Presentemente, fundamentam a tomada de decisão pelo setor publico e privado, mas em geral oferecem bases teórico-metodológicas obscuras ou nulas. Os paradigmas clássicos das ciências sociais, tais como se constituíram em torno das obras de Marx, Durkheim e Weber, podem contribuir, cada um a seu modo, para fundamentar o estudo do futuro. O artigo examina também aspectos específicos de outras contribuições relevantes, tais como de Marcuse, Habermas e Mannheim, e os desafios recentes do pós-modernismo, concluindo pela vantagem de uma abordagem heterogênea.
dc.formatP.13-47
dc.identifierRevista Sociedade e Estado, v.10, n.1, jan./jun. 1995.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/12430
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/478545
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectFuturo
dc.subjectProspecção social
dc.subjectParadigma social
dc.subjectPós-modernismo
dc.subjectProgresso
dc.titleConsiderações sobre o estudo do futuro.
dc.typeArtigo de periódico

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