Eficiência de fosfitos no controle da podridão da base do estipe em mudas de pupunheira.

dc.contributorEDUARDO JUN FUZITANI, APTA, Regional do Vale do Ribeira; ALVARO FIGUEREDO DOS SANTOS, CNPF; WILSON DA SILVA MORAES, APTA, Regional do Vale do Ribeira; ERVAL RAFAEL DAMATTO JUNIOR, APTA, Regional do Vale do Ribeira; EDSON SHIGUEAKI NOMURA, APTA, Regional do Vale do Ribeira.
dc.creatorFUZITANI, E. J.
dc.creatorSANTOS, A. F. dos
dc.creatorMORAES, W. da S.
dc.creatorDAMATTO JUNIOR, E. R.
dc.creatorNOMURA, E. S.
dc.date2013-12-19T22:26:36Z
dc.date2013-12-19T22:26:36Z
dc.date2013-12-19
dc.date2013
dc.date2013-12-19T22:26:36Z
dc.date.accessioned2026-07-07T03:21:53Z
dc.descriptionA exploração de palmito no Brasil está deixando de ser uma atividade extrativista para tornar- se agrícola, devido ao plantio de palmeiras, como a pupunheira ( Bactris gasipaes Kunth var. gasipaes Henderson). A podridão da base do estipe ( PBE) , causada por Phytophthora palmivora , vem destacando-se como uma importante doença, que poderá limitar o cultivo da pupunheira em várias regiões produtoras. Esta doença ocorre em plantas jovens e adultas. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a eficiência da aplicação preventiva e curativa de fosfitos sobre a incidência e a severidade da PBE em mudas de pupunheira, em casa de vegetação. Para tal, três experimentos foram conduzidos, conforme segue: I - Efeito preventivo e curativo de fosfitos, seguindo o esquema fatorial 6 x 2 (tipos de fosfitos x épocas de aplicação); II - Efeito da aplicação preventiva de fosfito de potássio, seguindo o esquema fatorial 6 x 4 (número de aplicações x épocas de avaliação); e III - Efeito preventivo do número de aplicações e dosagens de fosfitos de potássio, seguindo o esquema fatorial 3 x 2 (dosagens x número de aplicações). A severidade da doença foi avaliada aos 28 dias no experimento I e no experimento III, enquanto no experimento II foi avaliada aos 7; 14; 21 e 28 dias após a inoculação, baseada em escala descritiva, com nota de 0 a 4. Os tratamentos foram dispostos n o delineamento inteiramente casualizado, com 10 repetições de uma muda cada. Os dados foram submetidos à análise de variância e, quando significativos, pelo teste F (p < 0,05), e as médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Pelos resultados obtidos, pôde-se concluir que o fosfito de potássio proporcionou melhor controle entre os fosfitos testados, e quando aplicado de forma preventiva na dosagem de 2,5 mL.L -1 com 3 aplicações e na dosagem de 5,0 mL.L -1 com 2 ou 3 aplicações, reduziu significativamente a incidência e a severidade da PBE em mudas de pupunheira. Entretanto, quando aplicado de forma curativa, não teve efeito, independentemente da dosagem ou do número de aplicações. A melhor época de avaliação da severidade da PBE foi aos 21 dias após a inoculação da Phytopthora palmivora .
dc.identifierRevista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v. 35, n. 4, p. 1000-1006, dez. 2013.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/974424
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/431595
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPodridão da base do estipe
dc.subjectMudas
dc.subjectDoença de plantas
dc.subjectBactris Gasipaes
dc.subjectFungo
dc.subjectPalmito
dc.subjectPhytophthora Palmivora
dc.subjectPupunha
dc.titleEficiência de fosfitos no controle da podridão da base do estipe em mudas de pupunheira.
dc.typeArtigo de periódico

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