Resposta do algodoeiro a fontes, doses e modos de aplicação de zinco no cerrado.

dc.contributorMaria da Conceição Santana Carvalho, Embrapa Algodão.
dc.creatorCARVALHO, M. da C. S.
dc.date2011-04-09T13:51:44Z
dc.date2011-04-09T13:51:44Z
dc.date2008-04-16
dc.date2007
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T23:12:02Z
dc.descriptionCom os objetivos de avaliar a resposta do algodoeiro a fontes, doses e modos de aplicação de zinco (Zn) e estudar o efeito residual da aplicação de zinco a lanço, conduziu-se um experimento de campo durante as safras 2003/04, 2004/05 e 2005/06, na área experimental da Embrapa Algodão/Fundação GO, em Santa Helena de Goiás. O teor de Zn3 (Mehlich 1). Os medido no solo antes da calagem (pH CaCl2 = 5,4) foi 1,1 mg/dm tratamentos foram distribuídos no campo em esquema fatorial 4x3+1+1, sendo quatro doses de zinco (5, 10, 15 e 20 kg/ha) combinadas com três fontes (óxido de zinco, sulfato de zinco e zincogran) mais um tratamento testemunha (sem zinco) e outro com duas pulverizações foliares com sulfato de zinco a 0,5%, durante o florescimento. Nas condições desse estudo, não há resposta do algodoeiro em produtividade à aplicação de zinco, tanto foliar como via solo, independentemente da fonte usada. A adubação corretiva apresenta efeito residual demonstrado pelo aumento dos teores de Zn no solo e na folha do algodoeiro até o terceiro cultivo, embora não tenha havido efeito na produtividade. As análises de solo e de folhas são eficientes para detectar alterações na disponibilidade de Zn para o algodoeiro.
dc.identifierRevista Brasileira de Oleaginosas e Fibrosas, v.11, n.3, p.121-129, set./dez. 2007.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/277388
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/376051
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMicronutrientes
dc.subjectAdubação
dc.subjectGossypium Hirsutum
dc.titleResposta do algodoeiro a fontes, doses e modos de aplicação de zinco no cerrado.
dc.typeArtigo de periódico

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