Percepção de mulheres extrativistas sobre o trabalho na ilha de Marajó-Pará.

dc.contributorBianca Ferreira Lima, Mestre em Agriculturas Amazônicas e Desenvolvimento Sustentável; DALVA MARIA DA MOTA, CPATU.
dc.creatorLIMA, B. F.
dc.creatorMOTA, D. M. da
dc.date2016-10-07T11:11:11Z
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dc.date2016-10-07
dc.date2016
dc.date2016-10-13T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T23:43:21Z
dc.descriptionO artigo objetiva analisar por que a atividade extrativista não é considerada como trabalho pelas próprias mulheres, pelos membros do seu grupo doméstico e demais agentes sociais entrevistados quando comparado ao assalariado. A pesquisa foi realizada no povoado Vila Paca, Ilha do Marajó - PA entre 2011 e 2012. A abordagem foi qualitativa. As conclusões mostram que as atividades domésticas e extrativas conformam arranjos de trabalho complementares e flexíveis; o fato do extrativismo ser feito exclusivamente por mulheres influencia no status de não trabalho; e a autonomia para organizar o trabalho influencia nas noções construídas sobre trabalho.
dc.identifierIdéias - Revista do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP , v. 7, n. 1, p. 89-110, jan./jul. 2016.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1054275
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/388788
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMulheres
dc.subjectTrabalho assalariado e doméstico
dc.subjectReprodução social
dc.subjectMulher Rural
dc.titlePercepção de mulheres extrativistas sobre o trabalho na ilha de Marajó-Pará.
dc.typeArtigo de periódico

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