Avaliação de espécies florestais e pastagens em sistemas silvipastoris em Paragominas, Pará, Brasil.
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Propor modelos alternativos de uso-da-terra, econômicos e ecologicamente sustentáveis, tem sido um grande desafio da pesquisa agrícola na Amazônia. Os sistemas silvipastoris têm sido considerados promissores para integrar o cultivo arbóreo na pecuária e recuperar extensas áreas de pastagens degradadas da Amazônia. Entretanto, ainda carecem de uma base científica que suporte sua recomendação mais ampla. Em Paragominas-PA, foram estudados nove sistemas silvipastoris, de um hectare cada, constituídos da combinação binária de três espécies florestais (Schizolobium amazonicum, Bagassa guianensis e Eucalyptus terenticornis), plantadas em faixas de 6 m e afastadas de 12 m, com três pastagens (Brachiaria brizantha cv. Marandu, Brachiaria humidicola e Panicum maximum cv. Colonião/Brachiaria dictyoneura). Novilhos pastaram as parcelas experimentais simulando um sistema rotativo, com 14 dias de permanência e 42 dias de descanso. Foram medidos a altura e o diâmetro à altura do peito das espécies florestais, a massa de forragem e a proteína bruta das pastagens. Os componentes silvipastoris de melhor desempenho foram o Schizolobium amazonicum e Brachiaria brizantha cv Marandu. Dos pontos de vista florestal e pastoril, a combinação silvipastoril mais promissora foi Schizolobium amazonicum - Brachiaria brizantha cv Marandu.
Palabras clave
Sistema silvipastoris, Paragominas, Pará, Brasil, Pastagem vegetal, Uso do terra, Árvore, Floresta, Amazonia
