Avaliação genética de animais da raça Holandês do Sudeste dos EUA para tolerância ao calor.

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Para estimar os componentes de variância e os valores genéticos, e comparar as classificações dos touros para produção de leite e para tolerância ao calor, foram utilizados 351.554 registros de produção de leite no dia do controle de 33.834 primeiras lactações de vacas da raça Holandês, de 312 rebanhos, do Sudeste dos Estados Unidos. A Carolina do Norte apresentou a maior estimativa de variância aditiva para a tolerância ao calor (0,04), enquanto a Geórgia apresentou a menor (0,01). Flórida, Carolina do Norte e Tennessee obtiveram estimativas semelhantes das variâncias aditivas genéricas e da tolerância ao calor, em níveis do Índice de Temperatura e Umidade de 86, 82 e 84, respectivamente. Entretanto, na Geórgia, somente ocorreram valores semelhantes entre as variâncias aditivas em níveis, do mesmo índice, maiores que 90. Para um Índice de Temperatura e Umidade de 90, Carolina do Norte, Tennessee, Flórida e Geórgia obtiveram valores de correlação de Spearman de 30%, 63%, 66% e 82%, respectivamente. Na Geórgia não ocorreram mudanças de classificação tão representativas quanto nos demais estados, mesmo nos níveis mais altos do índice, sendo isso um reflexo da baixa estimativa da variância aditiva para tolerância ao calor observada nos rebanhos desse estado. A seleção para a tolerância ao calor é possível, principalmente em condições climáticas mais adversas, sendo importante identificar touros tolerantes ao calor e de bons valores genéticos para a produção de leite.

Palabras clave

Estresse térmico, Componentes de variância, Dados meteorológicos, Bovino, Gado Holandês, Temperatura, Umidade, Seleção

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