DESINFESTAÇÃO SUPERFICI.AL DE EXPLANTES ISOLADOS DE RAMOS SEMILENHOSOS E HERBÁCEOS DE Eugenia involucrata DC. (MYRTACEAE)

dc.creatorDiego Pascoal Golle
dc.creatorLia Rejane Silveira Reiniger
dc.creatorRogério Antônio Bellé
dc.creatorAline Ritter Curti
dc.date2013
dc.date.accessioned2026-07-07T02:40:35Z
dc.descriptionNo presente trabalho, objetivou-se comparar duas metodologias de desinfestação superficial de explantes isolados de ramos semilenhosos e herbáceos de Eugenia involucrata DC. (Myrtaceae), visando à obtenção de cultivos assépticos. O melhor controle da contaminação bacteriana nos segmentos nodais provenientes de ramos semilenhosos foi obtido pela imersão, durante 25 minutos, em hipoclorito de sódio a 1,5%. Entretanto, 39,35% dos explantes apresentaram colônias bacterianas e o excesso de contaminações inviabilizou os cultivos. Segmentos apicais caulinares e segmentos nodais oriundos de ramos herbáceos não diferiram entre si e apresentaram reduzidas contaminações fúngicas (13,75%) e bacterianas (0,41%), além de elevado estabelecimento (91,92%). Hipoclorito de sódio a 1,5%, nos tempos testados, não é eficiente em promover a desinfestação superficial de segmentos nodais que já possuam aspectos lenhosos. É possível a obtenção de culturas assépticas de E. involucrata pelo cultivo de segmentos apicais caulinares e nodais obtidos após a realização de poda, e desinfestados com o auxílio de bicloreto de mercúrio e de hipoclorito de sódio.
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier0104-7760
dc.identifierhttps://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74425783010
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/421182
dc.languagept
dc.publisherUniversidade Federal de Lavras
dc.relationhttp://www.redalyc.org/revista.oa?id=744
dc.rightsCERNE
dc.sourceCERNE (Brasil) Num.1 Vol.19
dc.subjectAgrociencias
dc.titleDESINFESTAÇÃO SUPERFICI.AL DE EXPLANTES ISOLADOS DE RAMOS SEMILENHOSOS E HERBÁCEOS DE Eugenia involucrata DC. (MYRTACEAE)
dc.typeartículo científico

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