Valor nutritivo do farelo de coco em ovinos: consumo da matéria seca, matéria orgânica, proteína bruta e extrato etéreo.

dc.contributorFernanda Albuquerque Merlo, UFMG
dc.contributorAndré Guimarães Maciel e Silva, UFPA
dc.contributorIran Borges, UFMG
dc.contributorJosé Neuman Neiva, UFTO
dc.contributorNorberto Mário Rodriguez, UFMG
dc.contributorEloisa de Oliveira Simões Saliba, UFMG
dc.contributorSALETE ALVES DE MORAES, CPATSA
dc.contributorNélio Cunha Gonçalves, UFMG
dc.contributorLiandro Torres Beserra, UFCE
dc.contributorBianca Seridan de Assis, UFMG.
dc.creatorMERLO, F. A.
dc.creatorSILVA, A. G. M. e
dc.creatorBORGES, I.
dc.creatorNEIVA, J. N.
dc.creatorRODRIGUEZ, N. M.
dc.creatorSALIBA, E. de O. S.
dc.creatorMORAES, S. A. de
dc.creatorGONÇALVES, N. C.
dc.creatorBESERRA, L. T.
dc.creatorASSIS, B. S. de
dc.date2011-04-09T20:51:54Z
dc.date2011-04-09T20:51:54Z
dc.date2008-04-09
dc.date2007
dc.date2020-01-08T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:36:00Z
dc.descriptionCom o objetivo de avaliar o valor nutritivo do farelo de coco (Cocus nucifera) foi determinado o consumo da matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB) e extrato etéreo (EE) em borregos deslanados alojados em gaiolas metabólicas providas de separadores de fezes e urina recebendo feno de tifton-85 e níveis crescentes de farelo de coco nos níveis de zero, oito, 17 e 25% de farelo de coco com base na matéria natural, em um esquema inteiramente ao acaso com quatro tratamentos (nível de farelo de coco) e seis repetições (borregos) por tratamento perfazendo um total de 24 observações, empregando o método SNK a 5% de probabilidade para comparação das médias. Constatou-se pela comparações de médias que não houve efeito do nível de inclusão do farelo de coco sobre o consumo da MS, MO e PB, nem do consumo das suas frações digestíveis, no entanto houve efeito sobre o consumo do EE e do EE digestível com a inclusão do farelo de coco. As regressões detectaram efeito quadrático do nível de farelo de coco sobre o CMS, CEE e CEED e efeito linear negativo sobre o CMO, sendo que os consumos máximos de EE estariam entre 19 e 21% de inclusão de farelo de coco e os de matéria seca próximos a 4% de farelo de coco. Concluiu-se que o nível de inclusão de farelo de coco não influenciou o consumo de PB, no entanto teve efeito sobre o CMS, CMO e CEE totais e digestíveis, sendo que os níveis máximos de inclusão recomendados seriam de 20% de farelo de coco.
dc.format1 CD-ROM.
dc.identifierIn: SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE CAPRINOS E OVINOS DE CORTE, 3., 2007, João Pessoa. Anais... João Pessoa: SEBRAE-PB: EMEPA-PB, 2007.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/162545
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/496157
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectCocus Nucifera
dc.subjectCoco
dc.subjectConsumo
dc.subjectDigestibilidade
dc.subjectFarelo
dc.subjectMatéria Seca
dc.subjectNutrição Animal
dc.subjectSubproduto
dc.subjectOvino
dc.subjectCoconuts
dc.subjectSheep
dc.subjectDigestibility
dc.titleValor nutritivo do farelo de coco em ovinos: consumo da matéria seca, matéria orgânica, proteína bruta e extrato etéreo.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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